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sábado, outubro 08, 2011

DT

Esse é um álbum que já tomou conta da net e pode ser encontrado facilmente por aí, mas eu não poderia deixar de postar.
"A Dramatic Turn Of Events" é o mais recente lançamento dos gigantes do prog metal, Dream Theater.
Como o próprio título do álbum sugere, veio após uma mudança surpreendente e traumática na banda: a saída do líder e controlador do grupo, o baterista Mike Portnoy.
A escolha do substituto foi uma novela muito bem explorada pela banda, com direito a filmagens das audições dos bateristas, onde cada capítulo foi lançado no YouTube nos dias que antecederam o anúncio oficial. O suspense teve fim com a definição do fantástico Mike Mangini para assumir as baquetas de Portnoy.
Apesar da desconfiança dos fãs em torno do resultado do primeiro álbum do Dream Theater sem o seu grande mentor, "A Dramatic Turn Of Events" foi uma grata surpresa, que pode ser incluído no rol dos melhores da banda.
Aqui o DT apostou numa sonoridade mais melódica e progressiva se comparada a de alguns de seus discos mais recentes. As músicas continuam longas, com linhas instrumentais complexas e quebradas como antes e Mike Mangini, pelo menos no estúdio, não nos faz sentir falta de Mike Portnoy.

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"A Dramatic Turn Of Events" (2011)


01. On The Backs Of Angels
02. Build Me Up, Break Me Down
03. Lost Not Forgotten
04. This Is The Life
05. Bridges In The Sky
06. Outcry
07. Far From Heaven
08. Breaking All Illusions
09. Beneath The Surface




quinta-feira, julho 28, 2011

Riverside

"Memories In My Head" é um EP lançado há cerca de 2 meses pelos poloneses do Riverside.
É um aperitivo para o 5º full lenght da banda que deve sair em 2012.
O som do Riverside, para quem ainda não conhece, é uma combinação bem equilibrada do rock progressivo clássico, com space rock e prog metal.
"Memories In My Head" traz 3 faixas que giram em torno dos 10 minutos cada uma.
A primeira, "Goodbye Sweet Innocence" é uma música com um clima mais atmosférico, com predomínio de teclados viajantes.
A segunda, "Living in the Past", é a mais pesada e épica do disco, direcionada ao prog metal, com linhas fortes de guitarra.
E a terceira, "Forgotten Land", fecha o EP com um clima mais voltado ao space rock mas com uma linhas intrincadas de baixo e bateria.
"Memories In My Head" é um bom motivo para se esperar mais alguns meses até o próximo álbum dessa ótima banda.

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Riverside: "Memories In My Head"- EP (2011)



1. Goodbye Sweet Innocence – 10:40
2. Living In The Past – 11:59
3. Forgotten Land – 9:57





domingo, janeiro 02, 2011

Threshold

Threshold é uma banda de prog metal formada na Inglaterra no final da década de 80.
Seu primeiro álbum, chamado "Wounded Land", foi lançado em 1993.
Ao longo desses 20 anos de carreira o Threshold lançou 8 álbuns de estúdio e 3 ao vivo.
Também foram diversas mudanças de formação, sendo interessante dizer que o atual vocalista da banda, Damian Wilson (Ayreon, Star One), participou do primeiro álbum e depois deixou o Threshold retornando na gravação do 3º disco em 1997. Em 1998, Wilson saiu mais uma vez do Threshold, sendo substituído por Andrew "Mac" McDermott. Em 2009, Damian Wilson retorna mais uma vez à banda (o cara não se decide!!!).
"Paradox", lançado em 2009, é um box-set que inclui todos os 8 singles lançados pelo Threshold, totalizando 24 músicas e servindo como uma boa amostra para quem ainda não conhece o som da banda.

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Paradox: The Singles Collection


CD 1
1. Paradox (radio version)
2. Conceal The Face
3. Shifting Sands

CD 2
1. Sunseeker (radio version)
2. Fist Of Tongues
3. Half Way Home

CD 3
1. Virtual Isolation (radio version)
2. Somatography (alternative version)
3. Smile At The Moon

CD 4
1. Freaks (radio version)
2. Voyager II (urban version)
3. Change (acoustic version)

CD 5
1. Light And Space (radio version)
2. Long Way Home (alternative version)
3. Turn On Tune In (compound version)

CD 6
1. Phenomenon (radio version)
2. New Beginning
3. Round And Round (acoustic version)

CD 7
1. Mission Profile (radio version)
2. Flags And Footprints (acoustic version)
3. The Ravages Of Time (live version)

CD 8
1. Pilot In The Sky Of Dreams (radio version)
2. Elusive (radio version)
3. Safe To Fly (acoustic version)






sábado, novembro 27, 2010

Arjen Lucassen's Star One

"Victims Of The Modern Age" é o segundo álbum do Star One e foi lançado recentemente.
A banda é liderada pelo multi-instrumentista e compositor holandês Arjen Anthony Lucassen que é o cabeça de outros inúmeros projetos como Ayreon, Guilt Machine e Ambeon.
O som do Star One é uma mistura de space rock, progressivo, hard rock e heavy metal.
Para este álbum, Lucassen convidou os vocalistas Russell Allen (Symphony X), Damian Wilson (Threshold), Dan Swano e Floor Jansen. Completam o Star One os músicos Ed Warby (bateria), Peter Vink (baixo), Joost van den Broek (teclados) e o excelente guitarrista Gary Wehrkamp (Shadow Gallery).

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"Victims Of The Modern Age" (2010)


01- Down the Rabbit Hole
02- Digital Rain
03- Earth That Was
04- Victim of the Modern Age
05- Human See, Human Do
06- 24 Hours
07- Cassandra Complex
08- It's Alive, She's Alive, We're Alive
09- It All Ends Here



domingo, julho 25, 2010

Riverside

"Anno Domini High Definition" foi lançado em 2009 e é o 4º e mais recente álbum da banda de rock progressivo Riverside, formada na Polônia. Já existe também um excelente DVD ao vivo desses poloneses.
Enquanto nos primeiros álbuns o som do Riverside era um progressivo mais viajante e atmosférico influenciado por Pink Floyd, Marillion e, principalmente, o Porcupine Tree, nos 2 últimos a banda acrescentou alguma dose de peso, chegando a ser classificada como prog metal.
O Riverside foi formado em 2002 e o line-up atual é Mariusz Duda (vocais, baixo e violão), Piotr Grudzinski (guitarra), Piotr Kozieradzki (bateria) e Michael Lepaj (teclados).

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Anno Domini High Definition (2009)


01- Hyperactive
02- Driven to Destruction
03- Egoist Hedonist
04- Left Out
05- Hybrid Times









domingo, novembro 22, 2009

Shadow Gallery

Devido a essa postagem, feita no dia 26/10, tive o blog formalmente ameaçado pela famigerada DMCA.
Estou arriscando ter problemas com esses fdp mas, em todo o caso...
Quem tiver interesse, deve ir aos comentários dessa postagem.


"Digital Ghosts" é o 6º album de estúdio do Shadow Gallery, lançado nesse mês de out/2009.
Após o lançamento de "Room V" em 2005, a banda passou por um período de turbulências com a saída do baterista Joe Nevollo e, principalmente, com a morte do vocalista Mike Baker durante o processo de composição e gravação de "Digital Ghosts".
O escolhido para substituir Baker foi Brian Ashland, que tem um estilo parecido mas um pouco mais "metal".
O baterista Joe Nevollo retornou à banda durante as gravações de "Digital Ghosts" tendo contribuído com as baquetas em 2 músicas.
Esse álbum me pareceu mais pesado que os anteriores do Shadow Gallery, mas mantém intactas as características da banda com músicas complexas, longas, com belas orquestrações e arranjos vocais.
A formação atual do Shadow Gallery é:
Gary Wehrkamp (guitarra, teclados)
Brendt Allman (guitarra)
Brian Ashland (vocal)
Carl Cadden-James (baixo)
Joe Nevollo (bateria)

Entre as participações especiais em "Digital Ghosts" estão Ralph Scheepers (Primal Fear) fazendo os vocais em "Strong" e Clay Barton (Suspyre) dividindo os vocais de "Venom" com Carl Cadden-James.





1. With Honor [9:59]
2. Venom [6:22]
3. Pain [6:22]
4. Gold Dust [6:45]
5. Strong [6:50]
6. Digital Ghost [9:37]
7. Haunted [9:37]

bonus tracks
8. Two Shadows (vocals by Mike Baker)[5:08]
9. Gold Dust (demo) (vocals by Carl Caden-James)[6:02]
10. In Your Window [2:52]
11. World Of Fantasy (demo) (vocals by Mike Baker)[4:38]

quinta-feira, setembro 03, 2009

LTE

O Liquid Tension Experiment é uma banda formada pelo baixista Tony Levin (King Crimson) e por 3 integrantes do Dream Theater, o baterista Mike Portnoy, o guitarrista John Petrucci e o tecladista Jordan Rudess.
O LTE surgiu em 1998 e, no mesmo ano, lançou o primeiro álbum intitulado simplesmente "Liquid Tension Experiment".
Em 1999 foi lançado "Liquid Tension Experiment 2".
O som é um rock progressivo/ prog metal de músicas instrumentais complexas, de arranjos intrincados e cheios de virtuosismo.
Em 2008, em comemoração aos 10 anos da união do grupo, o LTE fez uma turnê pelos EUA e lançou um boxset com os cds e DVDs das apresentações de Los Angeles e New York, além de outros 2 cds com bonus.
Aqui está disponível apenas o download para a apresentação de NY.
Se houver boa receptividade em relação a esta postagem, aos poucos vou disponibilizando os outros cds.

Aqui*



LIVE IN NYC

1. Acid Rain (9:25)
2. Kindred Spirits (8:00)
3. Biaxident (7:39)
4. Freedom of Speech (9:00)
5. Improv Jam #1 (8:10)
6. Another Dimension (10:51)
7. State of Grace (6:20)
8. Universal Mind (9:36)


9. When the Water Breaks (16:49)
10. Improv Jam #2 (11:31)
11. Rhapsody in Blue (13:49)
12. Osmosis (3:43)
13. Paradigm Shift (9:31)




Trailer do DVD

quinta-feira, julho 16, 2009

DT

DT é uma conhecida banda de prog metal, com certeza, o maior ícone desse estilo.
O DT faz um som definido pelo seu próprio baterista como "muito metal para o progressivo e muito progressivo para o metal". Talvez por isso a banda tenha um alto índice de rejeição tanto pelos "metalheads" quanto pelos puristas do rock progressivo.
Independente disso, o DT arrebanhou uma legião de fiéis seguidores e influenciou boa parte de bandas de gerações mais recentes.
Nos últimos anos o DT vem mostrando grande capacidade de criação, produzindo e lançando material inédito regularmente.
Fácil adivinhar de quem estou falando, né?
Pois bem, na semana passada fiz um post com o mais recente lançamento do DT numa versão especial em cd triplo.
Ontem tive meu post deletado sumariamente pelo Blogger, certamente mediante a mais um ataque de denúncias de órgãos defensores de direitos autorais. O "Caverna do Som" passou pelo mesmo problema pouco antes e, muito provavelmente, outros blogs também.
O fato curioso é que, apesar do post ter sido apagado, os links permaneceram ativos.
Então, vamos ver até onde eles sobreviverão...

*

domingo, setembro 28, 2008

Arjen Lucassen's Star One

Hospedagem e Montagem: Fireball

Links Atualizados


O multi-instrumentista Arjen Anthony Lucassen nasceu na Holanda em 1960 e, longo de sua carreira, vem se destacando como um músico extremamente criativo e líder de diversos projetos onde sua principal banda é o Ayreon.
O Star One é um desses projetos e foi criado em 2002, tendo lançado um CD em estúdio e um CD/DVD ao vivo.
O som do Star One caracteriza-se por uma fusão de elementos de hard rock/AOR com influências do rock progressivo "espacial" do Eloy. A temática do álbum é a ficção científica relacionada à exploração de outras galáxias. Adaptações de temas de "Jornada nas Estrelas", "2001- Uma Odisséia no Espaço", "Stargate" e "Guerra nas Estrelas" estão presentes.
Para executar suas composições nessa empreitada Lucassen convidou um time de primeira: os vocalistas são Russell Allen (Symphony X), Damian Wilson, Robert Soeterbeck e Floor Jansen (After Forever), o guitarrista é Gary Wehrkamp (Shadow Gallery) e o tecladista é Erik Norlander. Arjen toca guitarra, teclados e baixo e arrisca os vocais em Space Odity, cover de David Bowie. Outro destaque é a presença de Dave Brock do Hawkwind fazendo os vocais em "Hawkwind Medley" com músicas de sua própria banda.



Space Metal disc 1

Space Metal disc 2




segunda-feira, agosto 18, 2008

Riverside

Montagem: Fireball


Banda formada na Polônia em 2001 que faz um rock progressivo moderno, às vezes "viajandão", mas também com passagens mais pesadas. As influências principais do grupo são Porcupine Tree, Pink Floyd e o Opeth da fase "Damnation", sendo que lembra bastante este último.
A formação conta com Mariusz Duda (vocal e baixo), Piotr Grudzinski (guitarra), Piotr Kozieradzki (bateria) e Jacek Melnicki (teclados).


É interessante o fato de alguns dos integrantes terem participado de algumas bandas de black e death metal antes de resolverem mudar radicalmente seu direcionamento musical.
"Out Of Myself" é o primeiro cd do Riverside e foi lançado em 2003 e "Second Life Syndrome" é o segundo, de 2005.
Em 2007 saiu o terceiro álbum, "Rapid Eye Movement". Esse álbum saiu também numa edição especial com um cd bonus que está disponível no Pântano Elétrico .




Out Of Myself (2003)

Link Alternativo




Second Life Syndrome (2005)




Rapid Eye Movement (2007)




quarta-feira, janeiro 02, 2008

Shadow Gallery

Hospedagem e Montagem: Fireball

Postado em Abr/2006 - Links Atualizados


O Shadow Gallery é uma banda de prog-metal formada nos EUA no final da década de 80. Os integrantes nessa fase eram Mike Baker (vocais), Brendt Allman (guitarra), Carl Cadden-James (baixo), Chris Ingles (teclados) e John Cooney (bateria).
O primeiro álbum, auto-intitulado, foi lançado em 1992.
Pouco depois Cooney deixa a banda sendo substituído por Kevin Sofera. Na mesma época entra para o grupo o guitarrista/tecladista Gary Wehrkamp, deixando o Shadow Gallery como um sexteto.
Com essa formação foi lançado, em 1995, "Carved In Stone", com composições bem mais consistentes, projetando a banda entre os grandes nomes do prog-metal.
O terceiro álbum foi "Tyranny", de 1998, e mostrou uma grande evolução da capacidade da banda, principalmente devido a Wehrkamp, que ganhava espaço nas composições. Nesse disco o baterista já era Joe Nevollo.
Após 3 anos sem gravar material inédito e tendo participado de alguns álbuns tributos, o Shadow Gallery lança "Legacy" em 2001. Esse disco conta com a magnífica "First Light", uma suíte com 23 minutos de duração e diversas mudanças de andamento.
Mais 4 anos de confinamento se passaram até que, em 2005, o Shadow Gallery lança seu quinto álbum, "Room V". Entre os bônus desse álbum está um medley com músicas do Pink Floyd. O tecladista Chris Ingles participou de parte das gravações, mas deixou a banda antes que "Room V" fosse lançado.

domingo, setembro 30, 2007

Dream Theater

Hospedagem dos Álbuns e Montagem: Fireball


A história da banda teve início em 1985 quando Mike Portnoy (baterista) conheceu os amigos John Petrucci (guitarrista) e John Myung (baixista) na Escola de Música Berklee, onde os 3 eram alunos. Conversando, perceberam que eram fãs de Heavy Metal, estilo geralmente marginalizado nas escolas de música. Estava aí formado o embrião do Dream Theater, então com o nome de Majesty.
Chamaram os amigos Kevin Moore para os teclados e Chris Collins, vocalista. Decidiram parar com os estudos e se concentrar na banda. Gravaram algumas demos e enviaram a várias gravadoras, quando descobriram que o nome Majesty já era registrado por outra banda. O pai de Mike, então, sugeriu Dream Theater, nome de um cinema situado em Monterrey, Califórnia.


Após alguns meses ensaiando perceberam que Chris Collins não estava à altura do restante da banda e decidiram trocar o vocalista. O candidato que melhor se encaixava nas exigências da banda era Charlie Dominici e ele foi efetivado na banda. Com Dominici gravaram o primeiro disco, “When Dream And Day Unite”, em 1989 por uma pequena gravadora. Mesmo sendo gravado com baixo orçamento e distribuição limitada, o álbum causou boa impressão na mídia especializada.
Sem dinheiro para excursionar, o Dream Theater limitou os shows à região de Nova York. Nesse período , Charlie demonstrava cada vez mais suas diferenças em relação ao estilo da banda. Decidiram demití-lo. Seu último show foi quando abriram para o Marillion, que fez questão que o Dream Theater fosse a banda de abertura.


Após muito tempo sem sucesso à procura de novo vocalista a banda chegou a cogitar a possibilidade de fazerem apenas músicas instrumentais. Nessa época, receberam uma demo de Kevin LaBrie e resolveram testá-lo. Em sua primeira audição, ficou claro que LaBrie seria a pessoa ideal. Como já havia um Kevin na banda, LaBrie resolveu adotar seu nome do meio, James. O Dream Theater estava completo novamente.
Nessa época, conseguiram um contrato com uma gravadora maior e, em 1992, lançaram o álbum “Images & Words”, com o primeiro single, “Pull Me Under”, sendo bastante executado em rádios universitárias e com seu videoclipe exibido razoavelmente na MTV.
Em 1994 gravaram “Awake” e, após a finalização do álbum, Kevin Moore resolveu deixar a banda devido a problemas particulares.


Por indicação do próprio Kevin, a banda chamou Jordan Rudess para o posto, mas ele negou o convite, preferindo se juntar a Steve Morse no Dixie Dregs. Foi anunciado então Derek Sherinian, que já tocara com o Kiss e Alice Cooper, como novo tecladista da banda.
Em 1995 , lançam o EP "A Change Of Seasons", cuja faixa-título havia sido composta para o “Image & Words”, mas por ter quase 25 minutos de duração, foi deixada de fora por falta de espaço num disco simples. Completando o EP, algumas músicas gravadas ao vivo, num show especial para o Fan Clube Oficial e com participações de Steve Howe (Yes), Steve Rothery (Marillion), Steve Hogarth (Marillion) e Barney Greeway (Napalm Death).


Em 1997 a banda dá uma pequena pausa nas atividades para que seus membros se dediquem a projetos paralelos. Portnoy e Petrucci participam do Liquid Tension Experiment ao lado de Jordan Rudess e Tony Levin, enquanto Sherinian e Myung tocam no Platypus, projeto com Ty Tabor, guitarrista da banda King’s X. James LaBrie se dedica ao projeto Mullmuzzler com Matt Guillory e Mike Mangini.
Ainda em 1997 a banda veio pela primeira vez ao Brasil, tocando na cidade de Santo André (SP) e, em seguida, lançou o álbum "Falling Into Infinity", considerado o disco mais acessível, sem peso e com as músicas menos complexas da banda.
Em 1998 voltam ao Brasil , desta vez no festival Monster Of Rock em São Paulo , tocando com Slayer , Megadeth , Savatage , Saxon e Manowar. Dessa turnê sai o primeiro disco ao vivo: "Once In a Live Time".


No início de 1999 nova reviravolta na banda: Jordan Rudess foi novamente convidado por Petrucci e Portnoy, que tocaram com ele no Liquid Tension Experiment, para ingressar na banda. Desta vez, Jordan aceitou o convite foi anunciado como substituto de Derek Sherinian. Em seguida, entraram no estúdio para dar continuidade à história iniciada com a música "Metropolis Part I: The Miracle And The Sleeper" do disco "Images & Words".
Em outubro de 1999 sai o álbum conceitual "Metropolis Part II: Scenes From a Memory", considerado por muitos o melhor disco da carreira da banda.


Da turnê desse álbum saiu o DVD "Metropolis 2000: Scenes From New York" com um show gravado no Roseland Ballroom. Devido ao sucesso do DVD, resolveram lançar o cd triplo ao vivo com o mesmo show. Por ironia do destino, "Live Scenes From New York" foi lançado em 11 de Setembro de 2001, data dos atentados terroristas ao WTC e ao Pentágono. A capa original do cd consistia nos símbolos de Nova York, a Estátua da Liberdade e o World Trade Center, envolvidos por uma maçã (também símbolo da cidade) em chamas e, por isso, foi retirada imediatamente das lojas para que fosse alterada. A capa modificada substituiu o WTC e a Estátua da Liberdade em chamas pelo logotipo do Dream Theater.


Em janeiro de 2002 é lançado outro álbum conceitual, "Six Degrees Of Inner Turbulence", com a faixa-título tendo 42 minutos de duração!! Outra música, "The Glass Prison", aborda os problemas do baterista Mike Portnoy com o álcool.
Em novembro de 2003 sai o álbum "Train Of Thought", o disco mais pesado da banda, onde o lado progressivo e melódico foi deixado em segundo plano. Entre as músicas está "This Dying Soul", que continua a saga da luta de Mike Portnoy contra a dependência alcoólica. Outro destaque do álbum é "In The Name Of God" (uma das melhores músicas do DT) que aborda o fanatismo religioso, inspirada nos atentados de 11 de setembro.
Da turnê desse disco saíram o DVD e cd triplo ao vivo "Live At Budokan" de um show gravado em Tóquio em 2004.


Em 2005 foi lançado o 8° álbum de estúdio da banda, "Octavarium" , com características diferentes do anterior, voltando ao lado mais progressivo da banda. A música "The Root of All Evil" volta a abordar os problemas de Mike Portnoy com o álcool.
Em seguida, iniciaram a Gigantour pelos EUA ao lado do Megadeth, passaram pela Ásia e, finalmente, voltaram ao Brasil, para 2 shows memoráveis em São Paulo, no Credicard Hall em 10 e 11 de dezembro de 2005. Aliás, na prática, as 2 apresentações constituem um único set list de cerca de 5 horas e meia, já que as músicas não se repetem de um dia para o outro. A única música executada 2 vezes foi "Strange Deja-Vu", pois no show de domingo eles tocaram o álbum "Scenes From a Memory" na íntegra.
Em 2006, lançaram mais um cd/DVD ao vivo, desta vez acompanhados por orquestra, em comemoração aos 20 anos da banda.
E, recentemente, em 2007 voltaram com mais um álbum de estúdio, "Systematic Chos", disco que mescla as características mais progressivas do início da carreira da banda com momentos bastante pesados.




Images & Words



Awake



A Change Of Seasons



Falling Into Infinity



Scenes From a Memory



Train Of Thought



Live At Budokan disc 1

Live At Budokan disc 2

Live At Budokan disc 3



Octavarium



Systematic Chaos (Rapidshare)

Mediafire




sábado, setembro 15, 2007

Neal Morse

Hospedagem e Montagem: Fireball


Neal Morse foi, durante 10 anos, o líder, compositor e vocalista do Spock's Beard, banda de rock progressivo que, recentemente, postei por aqui.
Paralelamente, Neal, que também toca guitarra e teclados, ainda fez parte do Transatlantic, projeto envolvendo Mike Portnoy (Dream Theater, bateria), Roine Stolt (Flower Kings, guitarra) e Pete Trewavas (Marillion, baixo).
Em 2003 Neal deu uma "pirada" e disse que teve uma visão em que Jesus dizia para ele sair do Spock's Beard e seguir em carreira solo. E assim foi feita a Sua vontade...
Fora do Spock's Beard, Neal continuou produzindo alucinadamente.
E apesar da grande produtividade, todos os seus trabalhos continuam mantendo alto nível.


Em 2003 lançou "Testimony", ótimo álbum duplo que contou com Mike Portnoy na bateria.
Em 2004 lançou "One" e em 2005 o álbum "?".
No ano de 2006, em parceria com Portnoy novamente, surgiu o projeto Cover To Cover com regravações de sucessos de Monkeys, Cream, U2, David Bowie, The Who etc.
Agora, em 2007, Morse volta a lançar um novo álbum. "Sola Scriptura" é um álbum de progressivo extremamente bem feito. Mais uma vez, a bateria fica a cargo de Mike Portnoy, enquanto Randy George fica com o baixo e Morse faz vocais, guitarras e teclados. Uma participação bastante especial é do guitarrista Paul Gilbert em "Upon The Door", "Do You Know My Name ?" e na flamenca "Two Down, One To Go".
Acho que a única ressalva em relação a atual fase de Neal Morse fica pela pregação exagerada nas letras. Descontando isso, "Sola Scriptura" é um ótimo álbum.



Sola Scriptura (2007)

Link Alternativo (RS)


1- The Door (29:14)
I Introduction
II In The Name Of God
III All I Ask For
IV Mercy For Sale
V Keep Silent
VI Upon The Door


2- The Conflict (25:00)
I Do You Know My Name ?
II Party To The Lie
III Underground
IV Two Down, One To Go
V The Vineyard
VI Already Home


3- Heaven In My Heart (5:10)

4- The Conclusion (16:34)
I Randy's Jam
II Long Nights Journey
III Re- Introductions
IV Come Out Of Her
V Clothed With The Sun
VI In Closing