terça-feira, novembro 14, 2006

Glenn Hughes

Hospedagem dos Álbuns e Montagem: Fireball


Glenn Hughes nasceu em 21 de agosto de 1951 em Cannock, Inglaterra.
Deixou a escola aos 15 anos para tocar guitarra em uma banda local antes de mudar para o baixo e começar a cantar. No fim dos anos 1960 criou a banda Trapeze que, em sua formação clássica, contava com Mel Galley (que futuramente fez parte do Whitesnake) na guitarra e Dave Holland (que depois tocou no Judas Priest) na bateria. Lançaram os álbuns Trapeze (1969), Medusa (1971), e o excelente You Are The Music... We're Just The Band (1972).
Em 1973, com o fim do Trapeze, ocupou o lugar de Roger Glover como baixista do Deep Purple, enquanto David Coverdale assumiu o posto de Ian Gillan, formando-se aí um dos mais poderosos “duos” vocais da história do rock.


Com a participação de Glenn Hughes e Coverdale, o Purple lançou "Burn" (1974), seguido de "Stormbringer" (1974) e "Come Taste the Band" (1975). Este último conta com Tommy Bolin, indicado pelo próprio Hughes, nas guitarras. É álbum do Purple que tem maior influência de Glenn Hughes com a inserção de elementos do funk no som da banda. É um grande álbum, apesar de não ter a “cara” do Deep Purple.
Em 1977, após o fim desta formação do Purple, Glenn Hughes lança seu primeiro álbum solo, "Play Me Out", onde demonstra de forma mais livre seu ecletismo musical, misturando jazz, soul, funk e pop ao rock. A partir daí, passa a colaborar com vários músicos.
Em 1982 lança, com seu colega guitarrista Pat Thrall, o álbum Hughes and Thrall, que não teve o sucesso comercial esperado.
Em 1985 canta como convidado no Run for Cover, de Gary Moore.


Em 1986 Glenn Hughes assumiu o posto de vocalista do Black Sabbath, participando de "Seventh Star", um dos álbuns mais criticados de Tonny Iommi e Cia, injustamente, diga-se de passagem. Nesta época, Hughes estava mergulhado na cocaína e no álcool, tendo de ser substituído no meio da turnê do Black Sabbath por Ray Gillen (Badlands).
Após sair do Sabbath, Hughes praticamente parou sua carreira em função de seu tratamento para recuperação da dependência química até que, em 1992, saiu do ostracismo e cantou como convidado no álbum "Face the Truth" de John Norum, ex-guitarrista do Europe.
No mesmo ano, lança seu segundo álbum solo, "Blues", na verdade um projeto do guitarrista de blues Craig Erickson.


Daí em diante, livrando-se da dependência de álcool e drogas, passa a produzir como nunca, lançando um trabalho após o outro: "From Now On" (1994 – o mais pop de sua carreira), "Burning Japan Live" (1994 – ao vivo no Japão, com canções do Deep Purple e de sua carreira solo), "Feel" (1995 – grande influência do Funk e Soul, mas um disco de peso), "Addiction" (1996 – em que fala de sua dependência e posterior recuperação das drogas), "The Way It Is" (1999), "Return of Crystal Karma" (2000), "A Soulful Christmas" (2000 com interpretações de músicas natalinas).
Em 2001 lança "Bulding the Machine" e, em 2002, em parceria com Joe Lynn Turner, lança o HTP (Hughes Turner Project), aclamado no Japão e muito bem recebido pela crítica, assim como a maioria de seus trabalhos anteriores. O HTP ainda lançaria mais um álbum de estúdio e um ao vivo.


Vale lembrar que ao longo dos anos 90 e na década de 2000, Hughes participou de incontáveis álbuns de tributos e também como convidado em discos de diversas bandas e artistas como Rata Blanca, Jeff Scott Soto, Voodoo Hill, Erik Norlander etc, etc.
Em junho de 2003 Hughes lança "Songs In The Key Of Rock", em que volta às suas raízes “setentistas”. Na seqüência, sai o ao vivo "Soulfully Live In The City Of Angels".
Em 2005 Hughes lança o álbum "Soul Mover", considerado por alguns como um de seus discos que mais deixaram a desejar, onde usa elementos mais modernos em suas composições.
Ainda em 2005, Glenn Hughes se reúne novamente com Tonny Iommi, guitarrista do Black Sabbath, para fazer os vocais e o baixo do disco solo de Iommi, "Fused".
Em 2006 mais um álbum de sua carreira solo, "Music For The Divine".





L.A. Blues Authority



Burning Japan Live



Feel



Addiction



The Way It Is



Songs In The Key Of Rock



Soulfully Live In The City Of Angels disc 1

Soulfully Live In The City Of Angels disc 2



Clique para ver Hughes Turner Project

domingo, novembro 12, 2006

Otis Rush & Friends

Hospedagem do Álbum, Texto, Fotos e Montagem: Fireball


Otis Rush nasceu na Philadelphia, EUA, em 1934 e iniciou sua carreira em 1956 como bluesman no circuito de Chicago, onde consolidou uma forte reputação que mantém até hoje.
Nesse álbum, gravado durante a apresentação de Otis Rush no Festival de Montreux de 1986, participam com ele 2 nomes legendários do blues: Luther Allison e Eric Clapton.
Clapton, apesar de navegar por outros estilos e, algumas vezes, fazer um pop descartável, tem suas raízes fincadas no blues e parece se sentir realmente à vontade é quando toca esse tipo de música.
Já Luther Allison é um típico bluesman de Chicago e um dos meus preferidos.
O encontro desse trio é uma aula de blues...




Download de Otis Rush & Friends Live At Montreux 1986


1- Tops
2- I Wonder Why (Will My Man Be Home Tonight)
3- Lonely Man
4- Gambler's Blues
5- Natural Ball
6- Right Place, Wrong Time
7- Mean Old World
8- You Don't Love Me
9- Crosscut Saw (with Eric Clapton)
10- Double Trouble (with Eric Clapton)
11- All You Love (with Eric Clapton)
12- Every Day I Have The Blues (with Eric Clapton & Luther Allison)

quinta-feira, novembro 09, 2006

Widespread Panic


Hospedagem do Álbum, Texto, Fotos e Montagem: Fireball


O Widespread Panic foi formado nos EUA em 1983 pelo vocalista John Bell, pelo guitarrista Mike Houser e pelo baixista Dave Schools. Juntaram-se a eles o baterista Todd Nance, o percussionista Domingo Ortiz e o tecladista John Hermann.
A banda faz uma salada sonora, com elementos de southern rock, hard rock, jazz e blues e influências de Grateful Dead e The Allman Brothers Band. Ao vivo também costuma fazer longas jams cheias de improvisações.
O primeiro álbum do Widespread Panic foi "Space Wrangler", lançado em 1988. Os álbuns seguintes foram "Widespread Panic" (1991), "Everyday" (1993), "Ain't Life Grand" (1994), "Bombs & Butterflies" (1997), "Light Fuse, Get Away" (1998), "Til The Medicine Takes" (1999), "Another Joyous Occasion" (2000)e "Don't Tell The Band" (2001).
Em 2002, o guitarrista Mike Houser teve diagnóstico de câncer no pâncreas, vindo a morrer pouco tempo depois, aos 40 anos. Seu substituto foi George McConnell, única alteração da formação original até hoje.
O primeiro álbum com McConnell foi "Ball" de 2003 e depois seguiram "Night Of Joy" e "Über Cobra", ambos de 2004.



Download de Don't Tell The Band (2001)



Download de Ball (2003)

sábado, novembro 04, 2006

B.B. King

Hospedagem do Álbum, Texto, Fotos e Montagem: Fireball


B.B. King nasceu nos EUA em 1925 e pode ser considerado a maior expressão do blues em todos os tempos. King iniciou sua carreira na década de 40, gravou dezenas de álbuns, tocou com grandes nomes da música de várias gerações (Eric Clapton, U2, Mick Jagger, Van Morrison etc, etc...) e se tornou uma unanimidade não só no blues, mas em todos os estilos.
Não dá para resumir sua biografia num post... Quem ainda não conhece suficientemente sua história consegue encontrar inúmeras biografias com facilidade pela internet.


B.B. King já excursionou pelo Brasil várias vezes, mas daqui 1 mês, dia 2 de dezembro, ele fará uma apresentação especial no Via Funchal que provavelmente será a última por aqui. Isso porquê ele já mensionou que, aos 82 anos, não pretende continuar fazendo longas turnês.
Então, numa referência a sua próxima passagem por São Paulo, estou disponibilizando uma boa coletânea do "Rei do Blues" lançada em 1999. Óbvio dizer que falta muuuuita coisa, mas esse álbum abrange gravações das décadas de 60, 70, 80 e 90.



Download de His Definitive Greatest Hits disc 1

Download de His Definitive Greatest Hits disc 2