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quinta-feira, julho 28, 2011

Riverside

"Memories In My Head" é um EP lançado há cerca de 2 meses pelos poloneses do Riverside.
É um aperitivo para o 5º full lenght da banda que deve sair em 2012.
O som do Riverside, para quem ainda não conhece, é uma combinação bem equilibrada do rock progressivo clássico, com space rock e prog metal.
"Memories In My Head" traz 3 faixas que giram em torno dos 10 minutos cada uma.
A primeira, "Goodbye Sweet Innocence" é uma música com um clima mais atmosférico, com predomínio de teclados viajantes.
A segunda, "Living in the Past", é a mais pesada e épica do disco, direcionada ao prog metal, com linhas fortes de guitarra.
E a terceira, "Forgotten Land", fecha o EP com um clima mais voltado ao space rock mas com uma linhas intrincadas de baixo e bateria.
"Memories In My Head" é um bom motivo para se esperar mais alguns meses até o próximo álbum dessa ótima banda.

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Riverside: "Memories In My Head"- EP (2011)



1. Goodbye Sweet Innocence – 10:40
2. Living In The Past – 11:59
3. Forgotten Land – 9:57





sexta-feira, setembro 17, 2010

Porcupine Tree

"Nil Recurring" é um EP lançado pelo Porcupine Tree em 2007.
Esse material foi composto e gravado durante as sessões do álbum "Fear of a Blank Planet" e inclui as músicas que ficaram de fora do full lenght.
A faixa título tem a participação do guitarrista Robert Fripp (King Crimson).

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Nil Recurring (2007)


01- Nil Recurring
02- Normal
03- Cheating the Polygraph
04- What Happens Now ?




terça-feira, setembro 07, 2010

Porcupine Tree

Porcupine Tree é uma das mais conceituadas bandas de rock progressivo da atualidade.
Formado na Inglaterra e liderada pelo compositor, produtor, multi-instumentista e vocalista Steven Wilson, o Porcupine Tree faz uma música que mistura progressivo, psicodelia, heavy metal e experimentalismo.
Os álbuns da banda sempre primaram pela produção extremamente perfeccinista de Wilson e "Signify", lançado em 1996, é considerado por muitos como o trabalho mais refinado do Porcupine Tree.
Essa versão de "Signify" que estou disponibilizando é a edição de luxo que traz um cd bonus com demos e músicas que não entraram no original.
Como tudo que Steven Wilson faz é super caprichado, até essas sobras foram revisadas e remasterizadas de tal modo que não se parecem em nada com material "encalhado" e poderiam tranquilamente fazer parte da discografia do grupo.

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Signify (1996)




CD 1: "Signify" (original)
1- Bornlivedie
2- Signify
3- Sleep of No Dreaming
4- Pagan
5- Waiting Phase One
6- Waiting Phase Two
7- Sever
8- Idiot Prayer
9- Every Home Is Wired
10- Intermediate Jesus
11- "Light Mass Prayers"
12- Dark Matter

CD 2: "Insignificance" (Demos 1995-96)
1- Wake as Gun I
2- Hallogallo
3- Signify
4- Waiting
5- Smiling Not Smiling
6- Wake as Gun II
7- Neural Rust
8- Dark Origins
9- Sever Tomorrow
10- Nine Cats [acoustic version]





domingo, julho 25, 2010

Riverside

"Anno Domini High Definition" foi lançado em 2009 e é o 4º e mais recente álbum da banda de rock progressivo Riverside, formada na Polônia. Já existe também um excelente DVD ao vivo desses poloneses.
Enquanto nos primeiros álbuns o som do Riverside era um progressivo mais viajante e atmosférico influenciado por Pink Floyd, Marillion e, principalmente, o Porcupine Tree, nos 2 últimos a banda acrescentou alguma dose de peso, chegando a ser classificada como prog metal.
O Riverside foi formado em 2002 e o line-up atual é Mariusz Duda (vocais, baixo e violão), Piotr Grudzinski (guitarra), Piotr Kozieradzki (bateria) e Michael Lepaj (teclados).

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Anno Domini High Definition (2009)


01- Hyperactive
02- Driven to Destruction
03- Egoist Hedonist
04- Left Out
05- Hybrid Times









sexta-feira, novembro 20, 2009

Transatlantic

Depois de 8 anos de espera, o Transatlantic, banda de rock progressivo formada por Neal Morse (vocal, teclados, guitarra), Mike Portnoy (Dream Theater, bateria), Roine Stolt (The Flower Kings, guitarra) e Pete Trewavas (Marillion, baixo), está de volta com o lançamento de "The Whirlwind".
"The Whirlwind" mantém o nível de excelência da banda apresentado nos 2 primeiros álbuns, "SMTP:e" (2000) e "Bridge Across Forever" (2001), colocando o Transatlantic como uma das melhores bandas de progressivo da atualidade, sem dúvida alguma.
Essa edição traz um cd bonus incluindo alguns cover.

Devido a perseguição da DMCA, quem quiser baixar deve ir aos comentários dessa postagem.



cd 1
01- Overture/ Whirlwind
02- The Wind Blew Them All Away
03- On The Prowl
04- A Man Can Feel
05- Out of the Night
06- Rose Colored Glasses
07- Evermore
08- Set Us Free
09- Lay Down Your Life
10- Pieces of Heaven
11- Is It Really Happening?
12- Dancing With Eternal Glory /
Whirlwind (reprise)

cd 2
01- Spinning
02- Lenny Johnson
03- For Such a Time
04- Lending a Hand
05- The Return of the Giant Hogweed (cover Genesis)
06- A Salt Dog (cover Procol Harum)
07- I Need You (cover America)
08- Soul Sacrifice (cover Santana)


sexta-feira, dezembro 05, 2008

Rush

Mês de Dezembro, Natal chegando...
Resolvi antecipar o presente de vocês: 21 álbuns do Rush!!!
Divirtam-se...



O Rush foi formado em 1969 no Canadá por Jeff Jones (baixo e vocal), John Rutsey (bateria) e Alex Lifeson (guitarra). No mesmo ano, Jeff Jones foi substituído por Geddy Lee (vocal, baixo e teclados)e essa formação se manteve até 1974, quando o Rush conseguiu gravar seu primeiro álbum, auto-intitulado, e lançá-lo por uma gravadora independente. Esse disco mostrava um hard rock inspirado em bandas como Led Zeppelin, principalmente.
No início da turnê, John Rutsey deixou a banda, sendo substituído por Neil Peart que, além de baterista excepcional, é também um inspirado letrista sobre temas de ficção científica, literatura clássica e filosofia.
Nessa época, a banda chamou atenção da gravadora Mercury, com quem foi assinado contrato para a gravação do segundo álbum.
Em 1975 foi lançado "Fly By Night", mostrando músicas mais complexas que se afastavam um pouco do hard rock do primeiro álbum. Ainda em 1975 saiu "Caress Of Steel", acentuando o lado progressivo do Rush.
Em 1976 saiu "2112" e, em seguida, o ao vivo "All World's a Stage".
Em 1977 saiu "A Farewell To Kings" contendo um dos maiores sucessos do Rush, "Closer To The Heart", e uma das melhores composições do grupo, "Xanadu".


Em 1978 saiu "Hemispheres" trazendo a primeira faixa instrumental do Rush, a fantástica "La Villa Strangiatto".
Em 1980 foi lançado "Permanent Waves" e em 1981, "Moving Pictures" que traz a música "Tom Sawyer", muito conhecida aqui no Brasil como tema do personagem McGyver do seriado Profissão Perigo.
Ainda em 1981 saiu o segundo ao vivo da banda, "Exit...Stage Left".
Em 1982 saiu "Signals", onde os teclados, sintetizadores e até bateria eletrônica passam a ser mais explorados e a sonoridade se torna mais acessível.
"Grace Under Pressure", lançado em 1984, segue a mesma tendência de "Signals".
"Power Windows" (1986) e "Hold Your Fire" (1987) são, provavelmente, os álbuns mais comerciais do Rush e muitos fãs desprezam essa fase.
Em 1988 vem o terceiro ao vivo, "A Show Of Hands".
Em 1990 saiu "Presto" numa fase de transição, onde o Rush começou diminuir o uso dos recursos eletrônicos usados nos anos anteriores.
Em 1991 lançaram "Roll The Bones", que traz a belíssima "Bravado".


Em 1993 saiu "Counterparts", que é um dos meus álbuns favoritos do Rush, onde destacam-se "Animate", "Stick Out" (uma das mais pesadas já gravadas pelo grupo), a instrumental "Leave That Thing Alone" e "Nobody's Hero" que chegou a tocar nas rádios por aqui.
Após esse disco, Alex Lifeson lançou um álbum solo chamado "Victor" e Neil Peart organizou "Burning For Buddy", um tributo a Buddy Rich, ídolo de Peart e um dos maiores bateristas de todos os tempos.
Em 1996 saiu "Test For Echo", com destaque para a música "Driven". Em seguida, Peart lança a segunda parte do tributo a Buddy Rich.
Em 1998 saiu o cd triplo ao vivo "Different Stages", com gravações das turnês de "Counterparts", "Test For Echo" e outras, de 1978, inéditas até então.
Nessa época 2 tragédias pessoais na vida de Neil Peart obrigaram o Rush a dar uma longa parada em suas atividades. Em menos de 1 ano, Peart perdeu sua filha num acidente automobilístico e sua esposa vítima de câncer.


Em 2000 Geddy Lee lançou seu primeiro álbum solo, "My Favorite Headache".
A banda só voltou em 2002 lançando o álbum "Vapor Trails" com músicas mais simples e diretas, sem solos de guitarra.
Na turnê que se seguiu, o Rush se apresentou pela primeira vez na América Latina. No Brasil tocaram para o maior público de sua carreira.
Em 2003 lançaram o cd/DVD "Rush In Rio" com a memorável apresentação no Rio de Janeiro.
Em 2004 o Rush surpreendeu com o EP "Feedback" com 8 covers de bandas que os influenciaram no início da carreira (Cream, The Who, Blue Cheer, etc).
Em 2006 lançaram o DVD "R30" com um show gravado em Frankfurt, Alemanha, em comemoração aos 30 anos de carreira.
Finalmente, em 2007, o Rush voltou com mais um álbum de estúdio "Snakes And Arrows" e está iniciando mais uma turnê.
Recentemente, ao final da turnê que se seguiu foram lançados cd/DVD "Snakes And Arrows Live".
Agora é torcer para que voltam a se apresentar por aqui...



Os links para todos os álbuns listados abaixo estão neste arquivo *


Rush (1974)


Fly By Night (1975)


A Farewell To Kings (1977)


Permanent Waves (1980)


Moving Pictures (1981)


Exit... Stage Left (1981)


Signals (1982)


Grace Under Pressure (1984)


Grace Under Pressure Tour (1985)


Hold Your Fire (1987)


A Show Of Hands (1988)


Presto (1989)


Chronicles (1990)


Roll The Bones (1991)


Counterparts (1993)


Test For Echo (1996)


Different Stages (1998)


Vapor Trails (2002)


Rush In Rio (2003)


Feedback (2004)


Snakes And Arrows (2007)






sexta-feira, outubro 24, 2008

Timothy Pure

Timothy Pure é uma banda de rock progressivo formada nos EUA por Matt Still (vocal, teclados), Andre Neitzel (baixo), Zod (guitarra) e Chris Wallace (bateria).
Conheci o som desses caras através do Dagda, do Caverna do Som, e fiquei impressionado logo de cara.
As principais influências são Pink Floyd, Marillion e Porcupine Tree. As músicas, apesar de relativamente curtas, são bem viajantes, com um ótimo trabalho vocal, belas melodias e perfeita harmonia entre guitarra, baixo e bateria.
"Blood Of The Berry" é o primeiro álbum da banda e foi lançado em 1997.
"Island Of The Misfit Toys" é o segundo e foi lançado em 1999.
Dificílimo de se encontrar informações mais detalhadas do Timothy Pure na net.
Quem gosta de progressivo vai se amarrar!



Blood Of The Berry

1. Thieves
2. The Aberration
3. Blood Of The Berry
4. Private Hedge
5. Slide
6. The Afterglow
7. The Interim
8. Without Words
9. Ornament
10. Magdalena Hell
11. Where Mercy Ends
12. Incineration Point
13. Through The Fountain's Eye
14. When Vices Collide



Island Of The Misfit Toys

1. A Damp Preserve
2. The Fly-Man And The Snake
3. Finders Keepers
4. Hush
5. The Engine Roars
6. Tribes
7. Playground Politics
8. Mia's Game
9. Misha Superhero
10. Island Of The Misfit Toys
11. Behind The Front
12. Channels
13. Safe
14. Soil

terça-feira, outubro 07, 2008

Eloy

Hospedagem e Montagem: Fireball

Frank Bornemann

Uma das bandas mais populares surgidas na Alemanha na década de 70, o Eloy apresentou várias mudanças em sua longa carreira, tanto na formação quanto no direcionamento musical.
Tendo apenas Frank Bornemann como único remanescente do line-up original, o Eloy faz um som que flutua entre um hard rock que explora temas políticas e o rock progressivo "espacial", podendo ser grosseiramente classificado como um mix de Jethro Tull e Pink Floyd.
Formado em 1969 com Frank Bornemann (guitarra), Eric Schriever (vocal e teclados), Manfred Wieczorcke (guitarra, baixo e vocal), Helmuth Draht (bateria) e Wolfgang Stöcker (baixo), o Eloy tirou seu nome de um romance de H.G.Wells e lançou seu primeiro single, "Daybreak", em 1970 e seu álbum homônimo no ano seguinte.

Eloy 1974

Esse disco de hard rock convencional pode ser considerado um “estranho no ninho” na discografia da banda. Schriever, responsável pelas letras de conteúdo político e Draht deixam a banda após o debut .
Draht foi substituído por Fritz Randow, que depois tocaria em grupos de sonoridade mais pesada como Saxon e Sinner, e Bornemann assumiria os vocais e a liderança da banda. "Inside" foi lançado em 1973 e inseriu o Eloy dentro do rock progressivo.
“Floating” (1974) e “Power And The Passion” (1975) aumentam a reputação e o sucesso do grupo.
Mas, ainda em 1975 a banda se desfaz devido às divergências musicais entre os membros.


Em 1976 Frank Bornemann retoma a banda convocando 3 novos integrantes: Klaus-Peter Matziol (baixo e vocal), Detlev Schmidtchhen (teclados e vocal) e Jürgen Rosenthal (bateria e vocal).
Com essa formação o Eloy vive seu melhor momento, lançando os discos “Dawn” (1976), “Ocean” (1977), “Eloy Live” (1978) e “Silent Cries And Mighty Echoes” (1979), sendo este último o álbum mais vendido da banda.
Em 1980, Schmidtchhen e Rosenthal são substituídos por Hannes Folberth e Jim McGillveray e um segundo guitarrista, Hannes Arkona, também entra para o grupo.
Com esse line-up é lançado o álbum “Colours”, onde o Eloy abandona o “rock-espacial” para voltar para uma sonoridade mais comercial e direcionada para o hard rock.


Os discos seguintes, “Planets” (1981) e “Time To Turn” (1982) são duas partes de um projeto conceitual sobre ficção-científica, onde há um predomínio dos teclados e nota-se o som “espacial” novamente .
Em 1984, após o fraquíssimo “Metromania”, o Eloy se dissolve outra vez e e só retorna às atividades em 1988, agora como um duo com Frank Bornemann e o multi-instrumentista Michael Gerlach.
Essa formação grava os discos “Ra” e “Destination”.
Em 1993 e 1994, o Eloy regrava antigos sucessos da banda nos álbuns Chronicles I e Chronicles II.
Em 1994 Klaus-Peter Matziol retorna à formação e é lançado “The Tides Return Forever”.
Em 1998 sai o álbum “Ocean 2: The Answer”, último trabalho do Eloy até hoje.





Floating (1974)



Power And The Passion (1975)



Silent Cries And Mighty Echoes (1979)



Planets (1981)



Time To Turn (1982)



Chronicles I (1993)



Chronicles II (1994)



The Tides Return Forever (1994)