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sábado, outubro 08, 2011

DT

Esse é um álbum que já tomou conta da net e pode ser encontrado facilmente por aí, mas eu não poderia deixar de postar.
"A Dramatic Turn Of Events" é o mais recente lançamento dos gigantes do prog metal, Dream Theater.
Como o próprio título do álbum sugere, veio após uma mudança surpreendente e traumática na banda: a saída do líder e controlador do grupo, o baterista Mike Portnoy.
A escolha do substituto foi uma novela muito bem explorada pela banda, com direito a filmagens das audições dos bateristas, onde cada capítulo foi lançado no YouTube nos dias que antecederam o anúncio oficial. O suspense teve fim com a definição do fantástico Mike Mangini para assumir as baquetas de Portnoy.
Apesar da desconfiança dos fãs em torno do resultado do primeiro álbum do Dream Theater sem o seu grande mentor, "A Dramatic Turn Of Events" foi uma grata surpresa, que pode ser incluído no rol dos melhores da banda.
Aqui o DT apostou numa sonoridade mais melódica e progressiva se comparada a de alguns de seus discos mais recentes. As músicas continuam longas, com linhas instrumentais complexas e quebradas como antes e Mike Mangini, pelo menos no estúdio, não nos faz sentir falta de Mike Portnoy.

Acesso nos comentários



"A Dramatic Turn Of Events" (2011)


01. On The Backs Of Angels
02. Build Me Up, Break Me Down
03. Lost Not Forgotten
04. This Is The Life
05. Bridges In The Sky
06. Outcry
07. Far From Heaven
08. Breaking All Illusions
09. Beneath The Surface




quinta-feira, julho 16, 2009

DT

DT é uma conhecida banda de prog metal, com certeza, o maior ícone desse estilo.
O DT faz um som definido pelo seu próprio baterista como "muito metal para o progressivo e muito progressivo para o metal". Talvez por isso a banda tenha um alto índice de rejeição tanto pelos "metalheads" quanto pelos puristas do rock progressivo.
Independente disso, o DT arrebanhou uma legião de fiéis seguidores e influenciou boa parte de bandas de gerações mais recentes.
Nos últimos anos o DT vem mostrando grande capacidade de criação, produzindo e lançando material inédito regularmente.
Fácil adivinhar de quem estou falando, né?
Pois bem, na semana passada fiz um post com o mais recente lançamento do DT numa versão especial em cd triplo.
Ontem tive meu post deletado sumariamente pelo Blogger, certamente mediante a mais um ataque de denúncias de órgãos defensores de direitos autorais. O "Caverna do Som" passou pelo mesmo problema pouco antes e, muito provavelmente, outros blogs também.
O fato curioso é que, apesar do post ter sido apagado, os links permaneceram ativos.
Então, vamos ver até onde eles sobreviverão...

*

domingo, setembro 30, 2007

Dream Theater

Hospedagem dos Álbuns e Montagem: Fireball


A história da banda teve início em 1985 quando Mike Portnoy (baterista) conheceu os amigos John Petrucci (guitarrista) e John Myung (baixista) na Escola de Música Berklee, onde os 3 eram alunos. Conversando, perceberam que eram fãs de Heavy Metal, estilo geralmente marginalizado nas escolas de música. Estava aí formado o embrião do Dream Theater, então com o nome de Majesty.
Chamaram os amigos Kevin Moore para os teclados e Chris Collins, vocalista. Decidiram parar com os estudos e se concentrar na banda. Gravaram algumas demos e enviaram a várias gravadoras, quando descobriram que o nome Majesty já era registrado por outra banda. O pai de Mike, então, sugeriu Dream Theater, nome de um cinema situado em Monterrey, Califórnia.


Após alguns meses ensaiando perceberam que Chris Collins não estava à altura do restante da banda e decidiram trocar o vocalista. O candidato que melhor se encaixava nas exigências da banda era Charlie Dominici e ele foi efetivado na banda. Com Dominici gravaram o primeiro disco, “When Dream And Day Unite”, em 1989 por uma pequena gravadora. Mesmo sendo gravado com baixo orçamento e distribuição limitada, o álbum causou boa impressão na mídia especializada.
Sem dinheiro para excursionar, o Dream Theater limitou os shows à região de Nova York. Nesse período , Charlie demonstrava cada vez mais suas diferenças em relação ao estilo da banda. Decidiram demití-lo. Seu último show foi quando abriram para o Marillion, que fez questão que o Dream Theater fosse a banda de abertura.


Após muito tempo sem sucesso à procura de novo vocalista a banda chegou a cogitar a possibilidade de fazerem apenas músicas instrumentais. Nessa época, receberam uma demo de Kevin LaBrie e resolveram testá-lo. Em sua primeira audição, ficou claro que LaBrie seria a pessoa ideal. Como já havia um Kevin na banda, LaBrie resolveu adotar seu nome do meio, James. O Dream Theater estava completo novamente.
Nessa época, conseguiram um contrato com uma gravadora maior e, em 1992, lançaram o álbum “Images & Words”, com o primeiro single, “Pull Me Under”, sendo bastante executado em rádios universitárias e com seu videoclipe exibido razoavelmente na MTV.
Em 1994 gravaram “Awake” e, após a finalização do álbum, Kevin Moore resolveu deixar a banda devido a problemas particulares.


Por indicação do próprio Kevin, a banda chamou Jordan Rudess para o posto, mas ele negou o convite, preferindo se juntar a Steve Morse no Dixie Dregs. Foi anunciado então Derek Sherinian, que já tocara com o Kiss e Alice Cooper, como novo tecladista da banda.
Em 1995 , lançam o EP "A Change Of Seasons", cuja faixa-título havia sido composta para o “Image & Words”, mas por ter quase 25 minutos de duração, foi deixada de fora por falta de espaço num disco simples. Completando o EP, algumas músicas gravadas ao vivo, num show especial para o Fan Clube Oficial e com participações de Steve Howe (Yes), Steve Rothery (Marillion), Steve Hogarth (Marillion) e Barney Greeway (Napalm Death).


Em 1997 a banda dá uma pequena pausa nas atividades para que seus membros se dediquem a projetos paralelos. Portnoy e Petrucci participam do Liquid Tension Experiment ao lado de Jordan Rudess e Tony Levin, enquanto Sherinian e Myung tocam no Platypus, projeto com Ty Tabor, guitarrista da banda King’s X. James LaBrie se dedica ao projeto Mullmuzzler com Matt Guillory e Mike Mangini.
Ainda em 1997 a banda veio pela primeira vez ao Brasil, tocando na cidade de Santo André (SP) e, em seguida, lançou o álbum "Falling Into Infinity", considerado o disco mais acessível, sem peso e com as músicas menos complexas da banda.
Em 1998 voltam ao Brasil , desta vez no festival Monster Of Rock em São Paulo , tocando com Slayer , Megadeth , Savatage , Saxon e Manowar. Dessa turnê sai o primeiro disco ao vivo: "Once In a Live Time".


No início de 1999 nova reviravolta na banda: Jordan Rudess foi novamente convidado por Petrucci e Portnoy, que tocaram com ele no Liquid Tension Experiment, para ingressar na banda. Desta vez, Jordan aceitou o convite foi anunciado como substituto de Derek Sherinian. Em seguida, entraram no estúdio para dar continuidade à história iniciada com a música "Metropolis Part I: The Miracle And The Sleeper" do disco "Images & Words".
Em outubro de 1999 sai o álbum conceitual "Metropolis Part II: Scenes From a Memory", considerado por muitos o melhor disco da carreira da banda.


Da turnê desse álbum saiu o DVD "Metropolis 2000: Scenes From New York" com um show gravado no Roseland Ballroom. Devido ao sucesso do DVD, resolveram lançar o cd triplo ao vivo com o mesmo show. Por ironia do destino, "Live Scenes From New York" foi lançado em 11 de Setembro de 2001, data dos atentados terroristas ao WTC e ao Pentágono. A capa original do cd consistia nos símbolos de Nova York, a Estátua da Liberdade e o World Trade Center, envolvidos por uma maçã (também símbolo da cidade) em chamas e, por isso, foi retirada imediatamente das lojas para que fosse alterada. A capa modificada substituiu o WTC e a Estátua da Liberdade em chamas pelo logotipo do Dream Theater.


Em janeiro de 2002 é lançado outro álbum conceitual, "Six Degrees Of Inner Turbulence", com a faixa-título tendo 42 minutos de duração!! Outra música, "The Glass Prison", aborda os problemas do baterista Mike Portnoy com o álcool.
Em novembro de 2003 sai o álbum "Train Of Thought", o disco mais pesado da banda, onde o lado progressivo e melódico foi deixado em segundo plano. Entre as músicas está "This Dying Soul", que continua a saga da luta de Mike Portnoy contra a dependência alcoólica. Outro destaque do álbum é "In The Name Of God" (uma das melhores músicas do DT) que aborda o fanatismo religioso, inspirada nos atentados de 11 de setembro.
Da turnê desse disco saíram o DVD e cd triplo ao vivo "Live At Budokan" de um show gravado em Tóquio em 2004.


Em 2005 foi lançado o 8° álbum de estúdio da banda, "Octavarium" , com características diferentes do anterior, voltando ao lado mais progressivo da banda. A música "The Root of All Evil" volta a abordar os problemas de Mike Portnoy com o álcool.
Em seguida, iniciaram a Gigantour pelos EUA ao lado do Megadeth, passaram pela Ásia e, finalmente, voltaram ao Brasil, para 2 shows memoráveis em São Paulo, no Credicard Hall em 10 e 11 de dezembro de 2005. Aliás, na prática, as 2 apresentações constituem um único set list de cerca de 5 horas e meia, já que as músicas não se repetem de um dia para o outro. A única música executada 2 vezes foi "Strange Deja-Vu", pois no show de domingo eles tocaram o álbum "Scenes From a Memory" na íntegra.
Em 2006, lançaram mais um cd/DVD ao vivo, desta vez acompanhados por orquestra, em comemoração aos 20 anos da banda.
E, recentemente, em 2007 voltaram com mais um álbum de estúdio, "Systematic Chos", disco que mescla as características mais progressivas do início da carreira da banda com momentos bastante pesados.




Images & Words



Awake



A Change Of Seasons



Falling Into Infinity



Scenes From a Memory



Train Of Thought



Live At Budokan disc 1

Live At Budokan disc 2

Live At Budokan disc 3



Octavarium



Systematic Chaos (Rapidshare)

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