E aquilo que parecia improvável acabou acontecendo!! Apesar de todo o cuidado tomado pela banda para manter o sigilo, vazou, faltando apenas uma semana para o lançamento oficial, o 15º álbum de estúdio da Donzela de Ferro, "The Final Frontier". Confesso que ainda nem ouvi direito e já estou disponibilizando o arquivo para que cada um de vocês tirem suas próprias conclusões. Minha primeira impressão, numa audição superficial das faixas, foi boa. O som continua sombrio e progressivo, como nos 3 álbuns anteriores lançados desde o retorno de Bruce Dickinson e Adrian Smith, alternando com algumas faixas mais diretas e rápidas. Acho que os destaques são a introdução caótica da primeira faixa, "Satellite 15... The Final Frontier", "Isle of Avalon" e "When the Wild Wind Blows". Quando eu estiver com o material original em mãos, eu volto a fazer o up com o arquivo ripado diretamente do cd. De qualquer forma, isso aqui já vai servindo como um excelente aperitivo...
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"The Final Frontier" (2010)
1. Satellite 15.....The Final Frontier (8:40) 2. El Dorado (6:49) 3. Mother Of Mercy (5:20) 4. Coming Home (5:52) 5. The Alchemist (4:29) 6. Isle Of Avalon (9:06) 7. Starblind (7:48) 8. The Talisman (9:03) 9. The Man Who Would Be King (8:28) 10. When The Wild Wind Blows (10:59)
"Eddie's Archive" é um deleite para os fãs do Iron Maiden. Lançada em 2002, essa caixa traz 3 cds duplos: 1- "BBC Archives", contendo gravações de diversas fases da "Donzela", desde uma apresentação na Rádio BBC em 1979, passando pelo Reading Festival em 1980 e 1982 e culminando com uma antológica passagem pelo Monsters Of Rock de 1988 em Donington. 2- "Beast Over Hammersmith" com um dos primeiros shows com Bruce Dickinson nos vocais em 1982, ainda antes do lançamento do "The Number Of The Beast". Já foi postado aqui no blog e, na minha opinião, é o melhor registro ao vivo do Maiden que eu conheço. 3- "Best Of The B'Sides" que, como o nome diz, é um apanhado dos singles da banda entre 1980 e 1999.
BBC Archives Disc 1 1- Iron Maiden 2- Running Free 3- Transylvania 4- Sanctuary 1 a 4: BBC Radio 1 Friday Rock, 14 de Novembro de 1979 5- Wrathchild 6- Run to The Hills 7- Children Of The Damned 8- The Number Of The Beast 9- 22 Acacia Avenue 10- Transylvania 11- The Prisoner 12- Hallowed Be Thy Name 13- Phantom Of The Opera 14- Iron Maiden 5 a 14: Reading Festival, UK, 28 de Agosto de 1982
Disc 2 1- Prowler 2- Remember Tomorrow 3- Killers 4- Running Free 5- Transylvania 6- Iron Maiden 1 a 6: Reading Festival, UK, 23 de Agosto de 1980 7- Moonchild 8- Wrathchild 9- Infinite Dreams 10- The Trooper 11- Seventh Son Of a Seventh Son 12- The Number Of The Beast 13- Hallowed Be Thy Name 14- Iron Maiden 7 a 14: Donington Monsters Of Rock, UK, 20 de Agosto de 1988
Beast Over Hammersmith Disc 1 1- Murders In The Rue Morgue 2- Wrathchild 3- Run To The Hills 4- Children Of The Damned 5- The Number Of The Beast 6- Another Life 7- Killers 8- 22 Acacia Avenue 9- Total Eclipse
Disc 2 1- Transylvania 2- The Prisoner 3- Hallowed Be Thy Name 4- Phantom Of The Opera 5- Iron Maiden 6- Sanctuary 7- Drifter 8- Running Free 9- Prowler
Best Of The B'Sides Disc1 1- Burning Ambition 2- Drifter (Live) 3- Invasion 4- Remember Tomorrow (Live) 5- I've Got The Fire 6- Cross-Eyed Mary 7- A Rainbow's Gold 8- King Of Twilight 9- Reach Out 10- That Girl 11- Juanita 12- Sheriff Of Huddersfield 13- Black Bart Blues 14- Prowler '88 15- Charlotte The Harlot
Disc 2 1- All In Your Mind 2- Kill Me Ce Soir 3- I'm a Mover 4- Communication Breakdown 5- Nodding Donkey Blues 6- Space Station No. 5 7- I Can't See My Feelings 8- Roll Over Vic Vella 9- Justice Of The Peace 10- Judgement Day 11- My Generation 12- Doctor Doctor 13- Blood On The World's Hands (Live) 14- The Aftermath (Live) 15- Futureal (Live) 16- Wasted Years '99 (Live)
Hospedagem dos Álbuns, Texto, Fotos e Montagem: Fireball
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Paul Dickinson nasceu em 07 de agosto dee 1958 e não se sabe exatamente por qual motivo adotou o codinome Bruce. Mas o fato é que Bruce Dickinson, Bruce Bruce ou Bruce "Air Siren" como também é chamado é, sem dúvida, um dos maiores vocalistas de heavy metal que já surgiu neste planeta. Bruce começou sua vida como vocalista cantando em bandas que só são conhecidas pelo fato "dele" ter participado de sua história. São elas: Xerox, Shots, Speed e Styx (não é a banda americana com o mesmo nome) nos anos 70. Após isso, foi para o Samson, banda que o projetou como vocalista e na qual gravou dois álbuns. Saiu do Samson em 1982 para o estrelato ao ingressar o Iron Maiden no final de 1981, mas isso é um capítulo à parte
Seu envolvimento com a carreira solo se deu em 1990 quando, antes do lançamento de No Prayer for the Dying (álbum do Iron Maiden), foi convidado para gravar uma música para o filme "A Hora do Pesadelo" de Freddy Krueger. Segundo o próprio Bruce, o material era tão bom que não compensou fazer apenas uma música. Fez-se o álbum "Tattoed Millionaire", que contava com Bruce Dickinson, Janick Gers (guitarra), Fabio Del Rio (Bateria) e Andy Car (baixo). Janick Gers (que compôs a maioria das músicas junto com Bruce ) já tinha trabalhado nas bandas de Ian Gillan, Fish (antigo vocalista do Marillion) e de Paul Di’anno, além do White Spirit. Bruce declarou que "Tattoed Millionaire" era uma tentativa de resgatar o rock and roll dos anos 70 e na verdade, muitos fãs se enganaram quanto ao seu conteúdo, que não era heavy metal e nem semelhante ao Iron Maiden. "Son of A Gun" (uma de suas melhores músicas), a faixa-título, "Born in 58" (feita em homenagem a seu avô), "Dive!Dive!Dive!" e "All the Young Dudes" (cover de David Bowie) foram os destaques. Seguiu-se uma turnê por alguns países onde foi feito um vídeo ao vivo chamado Dive!Dive!Dive! Também foi através de Bruce Dickinson que Janick Gers entrou no Iron Maiden após a saída de Adrian Smith.
Seu segundo álbum solo só foi lançado depois que deixou o Iron Maiden. Em 1994 lança "Balls to Picasso", trazendo um heavy metal diferente e cheio de novos elementos. Seu pensamento até então era distanciar-se o máximo possível do estilo Iron Maiden e nada em "Balls to Picasso" lembrava sua antiga banda. A música carro-chefe do álbum foi "Tears of the Dragon" que até hoje é tocada em seus shows. A formação que tocou neste álbum foi composta pela banda Tribe of Gypsies, com Roy Z (guitarra), Eddie Cassilas (Baixo), Dave Ingraham (bateria) e Doug Van Booven (percussão). A maioria das músicas foram compostas por Bruce e Roy Z, originando uma parceria que se mantém até hoje. Neste mesmo ano de 1995, sai "Alive in Studio A" que foi um CD duplo. O primeiro CD é uma gravação ao vivo em estúdio. O segundo CD é ao vivo e com platéia -At The Marquee- e tem algumas músicas do primeiro trabalho solo Tattoed Millionaire, além das do Balls to Picasso.
Também foi neste ano que Bruce se apresentou com sua banda solo no Brasil (sem tocar uma música sequer do Iron Maiden), esta por sua vez trazia outros músicos que gravariam o seu próximo passo solo, o Skunkworks. Skunkworks foi concebido em 1996 e seus músicos eram Alex Dickson (guitarra), Chris Dale (baixo) e Alessandro Elena (bateria). Este álbum talvez tenha sido o único momento realmente fraco pelo qual Bruce passou em sua carreira solo, debaixo de muitas críticas que o acusavam de ter feito um álbum grunge. Suas declarações na imprensa ajudaram ainda mais aos fãs criticarem duramente Skunkworks. Bruce defendia o grunge e colocava o heavy metal em baixa. Independente disso, algumas músicas se destacavam como "Back From the Edge", "Inertia", "Solar Confinament" e "Inside the Machine" (esta foi tocada ao vivo ainda na turnê de Balls to Picasso no Brasil em 1995). Também foi na turnê de Skunkworks que Bruce decidiu tocar pela primeira vez em sua carreira solo uma música do Iron Maiden, "The Prisioner", para finalizar os shows. Chegou a vir no Brasil para a divulgação do álbum mas não se apresentou com a banda para uma turnê nacional.
Devido a seu fracasso, a banda Skunkworks foi dissolvida e, em 1997, Bruce aparece com um novo trabalho chamado "Accident of Birth", acompanhado de ninguém menos do que Adrian Smith (guitarra e ex-Maiden). Era uma volta ao heavy metal clássico, e pela primeira vez, uma reaproximação do estilo Iron Maiden. O responsável pela capa e pelo mascote 'Eddison' foi Derek Riggs, o desenhista da maioria das capas do Maiden. Para muitos, inclusive esse que vos escreve, é apontado como o melhor trabalho solo de Bruce. Novamente traz a banda Tribe of Gypsies com Roy Z (guitarra e produtor), Eddie Cassilas (baixo) e Dave Ingraham (bateria), além do próprio Adrian Smith (guitarra). A maioria das músicas foi composta por Bruce e Roy Z, mas "Road to Hell" foi feita em parceria com Adrian Smith. Os maiores destaques ficam por conta de "Freak", "Dark side of Aquarius", a faixa-título, "Road to Hell" e "The Magician" .
Também foi no final de 1997 que Bruce se apresentou com esta banda no Skol Rock, tocando várias músicas do Iron Maiden. "Flight of Icarus", "Powerslave", "2 Minutes to Midnight" e "Run to the Hills" foram algumas delas. A maior surpresa mesmo foi a presença de Adrian Smith que desde 1985 (Rock in Rio) não vinha ao país. Ainda nesta turnê, Bruce e Adrian disseram que o próximo álbum viria ainda mais pesado mas sem fugir do estilo adotado em "Accident of Bith". Em 1998 sai o tão esperado "The Chemical Wedding", cumprindo a promessa de Bruce e Adrian, ou seja, mais pesado mas dentro do estilo de "Accident of Birth". Seu tema principal é a alquimia e alguma coisas de Aleister Crowley e do pintor e poeta inglês William Blake. A banda era mais uma vez composta por Adrian Smith (guitarra), Roy Z (guitarra, produtor e maior compositor junto a Bruce), Eddie Cassilas e Dave Ingraham. As principais músicas são Book of Thel, Trumphets of Jericho, a faixa-título e Jerusalem. Solos perfeitos, bateria e bases pesadíssimas e vocal soberbo marcam "The Chemical Wedding".
Em 1999 Bruce e Adrian voltam ao Iron Maiden, deixando em segundo plano a carreira solo do vocalista durante alguns anos. Após o sucesso de sua volta ao Iron Maiden, tendo lançado 2 álbuns de estúdio, um ao vivo gravado no Rock In Rio e 2 DVDs (1 ao vivo no Rio e outro contando a história da banda), Bruce resolve retomar sua carreira solo após 7 anos, paralelamente ao Maiden. Novamente com a parceria de Roy Z, Bruce lança em 2005 o álbum "Tyranny Of Souls", aclamado pela crítica e, considerado por muitos, melhor que os últimos trabalhos do Iron Maiden. Em 2005 participou também como convidado no álbum "Execution" do brasileiro Renato Tribuzy e esteve novamente no Brasil em dezembro de 2005 para os shows do Tribuzy, onde, obviamente, foi a grande atração. Em 2006, Bruce voltou aos estúdios com o Iron Maiden lançando o álbum "A Matter Of Life And Death".
O Iron Maiden é uma das mais conhecidas, influentes e bem-sucedidas bandas de heavy metal, tendo vendido mais de 100 milhões de álbuns ao longo da carreira. Para mim e, acredito, para grande parte da minha geração, o Maiden tem uma importância fundamental pois foi o responsável por despertar minha paixão pela música. Hoje ouço uma salada de estilos e influências diferentes como pode se notar pela variedade aqui do blog, mas tudo começou lá por 1984 quando ouvi o álbum "Killers" pela primeira vez. Até hoje ainda sinto uma coisa diferente quando ouço os primeiros acordes de "The Ides Of March" e toda a avalanche sonora que segue até o fim do álbum. Hoje, não digo que o Iron Maiden seja minha banda favorita... Mas foi a mais especial e importante para que eu descobrisse tudo que sei de música passados esses mais de 20 anos. Então, nesse post estou disponibilizando a fase perfeita e irretocável dessa banda. 7 álbuns clássicos, onde fica difícil definir qual o melhor. Depois disso, a banda entrou em decadência e hoje tenta se reerguer fazendo um estilo bem diferente daquele que a consagrou. Mas isso já é outro capítulo.... Quem ainda não conhece (!!!???) pode baixar todos.
O Irom Maiden foi formado em 1975 em Londres, Inglaterra, pelo baixista Steve Harris que, após passar por várias bandas sem conseguir espaço para suas composições, resolveu montar sua própria banda. Para isso, foi fundamental o encontro de Harris com o guitarrista Dave Murray que permanece no grupo até hoje. Em 1978, após inúmeras mudanças, o line-up estava mais ou menos estabilizado com Harris, Murray, o vocalista Paul Di'Anno e o baterista Doug Sampson. O Maiden já fazia sucesso no underground londrino quando conseguiu gravar sua primeira demo tape, ainda em 1978. "The Soudhouse Tapes", contendo 4 músicas, teve uma tiragem de cerca de 5.000 cópias que se esgotaram rapidamente sem divulgação alguma da mídia, apenas no "boca-a-boca". A música "Prowler" ficou em primeiro lugar nas paradas de metal inglesas. Em 1979 o Maiden conseguiu um contrato com a EMI, acrescentou o segundo guitarrista Dennis Straton, Clive Burr assumiu as baquetas e a banda entrou em estúdio para a gravação do primeiro álbum.
Em 1980 foi lançado o debut intitulado simplesmente "Iron Maiden" e com eternos hits como "Running Free", "Prowler" e a faixa-título. O álbum foi sucesso de crítica e público e o Iron Maiden saiu em turnê abrindo shows do Kiss e do Judas Priest. Após a turnê, Dennis Straton deixa a banda e é substituído por Adrian Smith, colega de escola de Dave Murray. Em 1981 foi lançado "Killers", produzido pelo genial Martin Birch, o disco mais rápido e pesado do Maiden, com a imortal "Wrathchild", "Murders in the Rue Morgue", "Purgatory" e "Drifter". Na seqüência, durante a turnê pelo Japão gravaram o EP "Maiden Japan". Nessa época, a banda, que sempre se manteve afastada das drogas e escândalos, começava a ter problemas com o estilo auto-destrutivo de Paul Di'Anno e seu vício em cocaína. A solução foi colocar Paul para fora do grupo. O substituto escolhido foi Bruce Dickinson, gerando uma certa deconfiança por parte dos fãs. O próprio Paul chegou a afirmar que, sem ele, a banda acabaria. Ledo engano...
Em 1982, saiu o magnífico "The Number Of The Beast", marcando a estréia de Bruce que deu um toque mais melódico ao som do grupo. Aqui já começavam a aparecer músicas mais longas e elaboradas, que viriam a se tornar marca da banda. O disco contava com outros clássicos eternizados como "The Number Of The Beast", "Run To The Hills" e "Hallowed Be Thy Name". Nessa época o Maiden saiu para a primeira turnê mundial. Em 1983, Clive Burr resolve sair amigavelmente da banda para se dedicar mais à família. Seu substituto foi Nicko McBrain. No mesmo ano é lançado "Piece Of Mind", seguindo a tendência de músicas cada vez mais complexas e letras abordando temas de ficção científica e história. São destaques as faixas "Flight Of Icarus", "The Trooper", "Where Eagles Dare" E "To Tame a Land", essa última inspirada na história de ficção "Duna". Em 1984 foi lançado "Powerslave", álbum considerado por mim como o melhor da banda. "Aces High", "2 Minutes To Midnight", "Rime Of The Ancient Mariner" e a faixa-título são destaques absolutos.
A turnê que se seguiu, "World Slavery Tour", foi a maior do Iron Maiden com cerca de 300 shows ao longo de 1 ano e meio. Foi nesse período que o Maiden se apresentou pela primeira vez no Brasil, na abertura do Rock in Rio, em 1985. Como resultado da World Slavery Tour foi lançado, no final de 1985, o álbum duplo ao vivo "Live After Death". Em 1986 foi lançado o álbum "Somewhere In Time". Na época, alguns fãs torceram o nariz para o disco devido a algumas mudanças no som da banda, principalmente a adição de sintetizadores. Os destaques são "Caught Somewhere In Time", "Wasted Years" e a épica "Alexander The Great". Finalmente, encerrando a fase gloriosa do Iron Maiden, foi lançado o 7º álbum de estúdio da banda. "Seventh Son Of a Seventh Son" saiu em 1988 e foi o álbum mais experimental da banda até aquele momento, perdendo um pouco do peso e da agressividade em músicas mais cadenciadas. Após a turnê desse álbum, Adrian Smith, que queria fazer um som mais hard rock, resolve deixar a banda. Iniciava-se aí um período de vacas magras para o Maiden que não será abordado nessa postagem. Agora, só clássicos !!!
O Iron Maiden é uma das minhas bandas favoritas. Fiquei hipnotizado quando fui apresentado à "Donzela de Ferro" logo nos primeiros acordes de "The Ides Of March", abertura do LP "Killers" que um amigo acabara de comprar. Foram Steve Harris e Cia. que despertaram meu interesse (hoje paixão) pela música. O primeiro álbum da minha coleção foi o "Piece Of Mind", comprado em 1984 com o dinheiro da mesada. Lá se vão mais de 20 anos e o Maiden ainda me fascina. Sempre tive vontade de fazer um post detalhado da banda, com biografia e discografia completa. Porém, acho que isso é perda de tempo visto que é fácil de se encontrar Iron Maiden para download em qualquer canto da internet. Além disso, imagino eu, qualquer fã de heavy metal já deve ter a maioria dos álbuns deles. Por isso, para não deixar passar em branco, resolvi postar um álbum que, se não chega a ser uma raridade, é um pouco menos conhecido do público em geral.
"Beast Over Hammersmith" que, apesar de gravado em 1982 no início da turnê do "The Number Of The Beast" e marcando a estréia de Bruce Dickinson, só foi lançado recentemente no box-set Eddie's Archive. A história conta que, inicialmente, essa apresentação foi gravada para ser lançada em vídeo mas as imagens ficaram muito escuras e Steve Harris acabou engavetando o projeto. Muitos anos depois, Harris se deu conta que o áudio estava perfeito e resolveu lançá-lo na forma de cd. Sorte a nossa, visto que se trata de uma das melhores apresentações registradas pelo Maiden. Em 1982 a banda acabava de lançar seu terceiro álbum (The Number Of The Beast), começava a despontar como grande nome do heavy metal e mostrava um vigor e energia incríveis, com disposição de deixar claro que surgia ali a banda mais importante da história desse gênero. Nessa época a formação era Bruce Dickinson (vocal), Steve Harris (baixo), Dave Murray (guitarra), Adrian Smith (guitarra) e Clive Burr (bateria).
Beast Over Hammersmith Disc 1 1- Murders In The Rue Morgue 2- Wrathchild 3- Run To The Hills 4- Children Of The Damned 5- The Number Of The Beast 6- Another Life 7- Killers 8- 22 Acacia Avenue
Beast Over Hammersmith Disc 2 1- Transylvania 2- The Prisoner 3- Hallowed Be Thy Name 4- Phantom Of The Opera 5- Sanctuary 6- Drifter 7- Running Free 8- Prowler