sexta-feira, agosto 31, 2007

Deep Purple

Hospedagem dos Álbuns e Montagem: Fireball


O Deep Purple tem uma carreira e discografia tão extensas que fica difícil colocar tudo numa única postagem. Por isso, resolvi concentrar o post na fase que vai de 1970 a 1976, sem dúvida, a melhor e mais criativa da banda.
O Deep Purple foi formado em Hertford, Inglaterra, em 1968. A formação original contava com Jon Lord (teclados), Ritchie Blackmore (guitarra), Ian Paice (bateria), Rod Evans (vocal) e Nick Simper (baixo). Os 2 primeiros álbuns, "Shades Of Deep Purple" (1968) e "The Book Of Taliesyn" (1969), tinham um direcionamento mais voltado para o pop da época, onde a banda chegou a fazer regravações de Beatles e Neil Diamond. A partir do terceiro álbum, auto-intitulado "Deep Purple" (1969), é que as ambições musicais do grupo começaram a transparecer principalmente devido a influência clássica de Jon Lord.
Após esse disco, Evans e Simper deixam o Deep Purple e são substituídos por Ian Gillan e Roger Glover.


O primeiro disco com o novo line-up é a ambiciosa obra de Jon Lord, "Concerto For Group And Orchestra", uma fusão de rock e música clássica, onde o Purple foi acompanhado pela Filarmônica de Londres. Como este projeto não boa receptividade comercial, Ritchie Blackmore assumiu o controle criativo do Deep Purple, que passou a fazer um som mais pesado, com a guitarra se sebressaindo aos teclados e aproveitando os poderosos vocais de Ian Gillan.
O primeiro álbum com esse novo direcionamento foi "In Rock" (1970), que iniciou a supra-citada fase de maior criatividade e sucesso do Purple. Esse discos traz o clássico absoluto "Child In Time". Na seqüência foi lançado o single de "Black Night", faixa que não fazia parte originalmente do álbum e também se tornou clássica da banda.
Em 1971 foi lançado "Fireball" com outro clássico, "Strange Kind Of Woman".


Após a turnê de "Fireball", a banda partiu para Montreux, Suiça, para as gravações do próximo álbum. Enquanto estavam lá, aconteceu um fato marcante: um cassino se incendiou durante uma apresentação de Frank Zappa. Isso serviu de inspiração para a composição da música mais conhecida do Purple e um dos riffs mais marcantes do rock: "Smoke On The Water". "Machine Head", lançado em 1972, é considerado o melhor álbum do Deep Purple e um dos melhores do rock trazendo, além de "Smoke On The Water", "Highway Star", "Lazy", "Pictures Of Home" e "Space Truckin'".
Da turnê que se seguiu foi gravado o álbum ao vivo "Made In Japan" durante a passagem pelas cidades de Osaka e Tokyo.
Em 1973 foi lançado "Who Do We Think We Are?", outro ótimo disco porém incapaz de segurar os problemas internos que começavam a surgir. Devido a desentendimentos com Blackmore, Ian Gillan deixa a banda e, pouco tempo depois, Roger Glover segue o mesmo caminho.
Os substitutos são o jovem e desconhecido vocalista David Coverdale e o baixista/vocalista Glenn Hughes, ex-Trapeze.


O novo line-up lança "Burn" em 1974 e, apesar das mudanças, mantém o alto nível apresentado pelo grupo, principalmente em músicas como a faixa-título e "Mistreated".
Ainda em 1974 sai o álbum "Stormbringer", onde Blackmore começa a perder espaço para as influências de Hughes. Apesar de bom, "Stormbringer" é inferior a tudo que o Purple havia feito desde 1969 e culmina com a saída de Ritchie Blackmore para formar um novo grupo, o Rainbow.
O substituto de Blackmore é Tommy Bolin (ex-James Gang). Apesar de ser um guitarrista genial, Bolin tinha um estilo totalmente diferente de Ritchie e isso foi observado em "Come Taste The Band" em 1975. Apesar de superior a "Stormbringer", esse álbum gerou insatisfação em alguns fãs devido às mudanças no direcionamento da banda, mostrando um som mais funkeado por influência de Hughes e Bolin.
No final de 1975, em meio a problemas de relacionamento entre os membros e drogas, a banda se dissolve, marcando o fim de uma era.
O álbum "This Time Around- Live In Tokyo", lançado recentemente, traz um dos últimos shows do Deep Purple antes de seu fim, mostrando uma banda desinteressada e desentrosada, com Tommy Bolin começando a perder sua guerra contra as drogas que acabariam por matá-lo de overdose em 1976.


Em 1984 o Deep Purple voltou às atividades com Blackmore, Gillan, Lord, Paice e Glover e, após inúmeras mudanças no line-up, continua vivo até hoje. Mas aí já é outra história...


In Rock (bonus tracks)



Fireball (bonus tracks)



Machine Head (original version)

Machine Head (1997 Remix)



Made In Japan (Disc 1)

Made In Japan (Disc 2)



Who Do We Think We Are (bonus tracks)



Burn



Stormbringer



Live In London (remastered bonus tracks) disc 1

Live In London disc 2



Come Taste The Band





Ian Gillan


Hospedagem e Montagem: Fireball


Ian Gillan nasceu no dia 19 de agosto de 1945 em Hounslow, Inglaterra e dispensa maiores apresentações. Membro da MK II do Deep Purple, formação clássica da banda, e com passagem pelo Black Sabbath, é uma das vozes mais marcantes da história do rock.
Porém, o que estou disponibilizando para download abrange a fase da carreira solo de Ian Gillan.
Após sua saída do Deep Purple, Gillan montou a Ian Gillan Band que lançou o primeiro disco, "Child In Time", em 1976.
Em 1977 foram lançados "Clear Air Turbulence" em abril e "Scarabus" em novembro.
Em 1978, após uma troca de vários membros do grupo, o nome da banda foi mudado para simplesmente Gillan.
Com o novo line-up são lançados "Mr.Universe" em 1979, "Glory Road" em 1980, "Future Shock" e "Double Trouble" em 1981 e, finalmente, "Magic" em 1982.
No final de 82, Ian Gillan encerrou as atividades da banda, anunciando sua união ao Black Sabbath.
No Sabbath, Gillan gravou apenas um álbum, "Born Again", em 1983. Em 1984, deixou a banda para voltar ao Deep Purple, que retornou às atividades após 8 anos de do fim do grupo.
Paralelamente, Ian Gillan continuou lançando seus álbuns-solo.
Em 2006 lançou "Gillan's Inn" em comemoração aos 40 anos de carreira. O álbum consiste na regravação de seus maiores sucessos com a participação de vários convidados.





The Very Best Of Gillan


1- Sleeping On The Job
2- Secret Of The Dance
3- Time And Again
4- Vengeance
5- Roller
6- M.A.D.
7- Dead Of Night
8- Nightmare
9- Don't Want The Truth
10- If You Believe Me
11- Trouble
12- New Orleans
13- Living For The City
14- Restless
15- No Laughing In Heaven
16- Smoke On The Water (live)


Gillan's Inn


1- Unchain Your Brain featuring Joe Satriani
2- Bluesy Blue Sea featuring Janick Gers
3- Day Late And A Dollar Short featuring Uli Jon Roth and Ronnie James Dio
4- Hang Me Out To Dry featuring Joe Satriani
5- Men Of War featuring Steve Morse & Johnny Rzeznik
6- When A Blind Man Cries featuring Jeff Healey & Jon Lord
7- Sugar Plum featuring Roger Glover & Ian Paice
8- Trashed featuring Tony Iommi, Roger Glover & Ian Paice
9- No Worries featuring Michael Lee Jackson
10- Smoke On The Water featuring Steve Morse, Johnny Rzeznik, Roger Glover, Ian Paice & Jon Lord
11- No Laughing In Heaven featuring Roger Glover & Ian Paice
12- Speed King featuring Joe Satriani
13- Loving On Borrowed Time featuring Steve Morse & Uli Jon Roth
14- I’ll Be Your Baby Tonight featuring Joe Elliott

Jon Lord

Hospedagem do Álbum, Texto, Fotos e Montagem: Fireball

Após sua saída do Deep Purple, Jon Lord gravou esse show em Sidney, Austrália, em fevereiro de 2003, acompanhado da banda The Hoochie Coochie Men, cujos integrantes são Tim Gaze (vocal e guitarra), Bob Daisley (baixo), Rob Grosser (bateria) e Jim Conway (harmônica). O repertório é repleto de clássicos do blues, tendo a participação especial de Jimmy Barnes como vocalista em algumas músicas.



Live At The Basement Disc 1 (Turboupload)

Live At The Basement Disc 1 (Rapidshare)
01 Introdution
02.Hideaway (King/Thompson)
03.Lonesome Traveller Blues (Gaze/Gibb/Grosser/Conway)
04.Blues With a Feeling (Little Walter)
05.You Got Good Business (Curtis Jones)
06.Green Onions (Jones/Cropper/Jackson/Steinberg)
07.24/7 Blues (Daisley/Gaze)
08.Baby Please Don't Go (Muddy Waters)
09.THE MONEY Doesn't Matter (Don Hillman)
10.Strange Brew (Clapton/Collins/Pappalardi)
11.Dallas (Johnny Winter)
12.I Just Wanna Make Love To You (Willie Dixon)
13.You Need Love (Willie Dixon)


Live At The Basement Disc 2 (Turboupload)

Live At The Basement Disc 2 (Rapidshare)
01.The Hoochie Coochie Man (Willie Dixon)
02.New Old Lady Blues (B. Daisley)
03.Who's Been Talking (Howling Wolf)
04.Six Strings Down (Vaughn/Neville/Neville/Kolb/Smith)
05.Dust My Broom (Elmore James)
06.Back At The Chicken Shack (Jimmy Smith)
07.When a Blidman Cries (Blackmore/Gillan/Glover/Lord/Paice)
08.12 Bar Blow Jam (Barnes/Gaze/Lord/Daisley/Grosser)
09.When a Blidman Cries (Single Edit)

Tommy Bolin


Hospedagem dos Álbuns e Montagem: Fireball


Tommy Bolin nasceu em Sioux City, EUA, em 1951 e ainda criança aprendeu a tocar bateria e piano até que, por volta dos 13 anos de idade, começou com a guitarra. Se tornou um guitarrista extremamente talentoso e versátil, que tocou com desenvoltura diversos estilos como blues-rock, fusion, jazz, funk, reggae e hard rock ao longo de sua carreira.
Tommy começou sua carreira profissional numa banda de blues-rock chamada Zephyr no final dos anos 60. Em 1971, Bolin deixou o Zephyr após 2 discos gravados e se interessou pelo jazz fusion que faziam grupos como Weather Report e Mahavishnu Orchestra. Então, Tommy montou uma banda de fusion chamada Energy que não chegou a gravar nenhum disco.
Porém, as habilidades de Bolin chamaram a atenção de Billy Cobham que acabou convidando-o para participar do álbum "Spectrum" em 1973. "Spectrum" se tornou um dos álbuns mais influentes do estilo, inspirando inclusive Jeff Beck em "Blow By Blow".


Com isso, Tommy Bolin ganhou projeção e foi chamado para substituir Joe Walsh no James' Gang.
Com o James' Gang, Bolin gravou os álbuns "Bang" (1973) e "Miami" (1974) e cantou pela primeira vez numa gravação oficial. Ainda em 1974, deixa a banda e aceita um convite para substituir Ritchie Blackmore no Deep Purple.
Em 1975, Tommy Bolin grava seu primeiro e único álbum de estúdio com o Deep Purple, "Come Taste The Band", mostrando uma mudança quase que radical na sonoridade da banda, desagradando vários fãs do grupo. Quase que simultaneamente lança também seu primeiro álbum solo, "Teaser", que mesclava peso e swing, com temperos de jazz e belas baladas.
No final de 1975, o Deep Purple anunciou o fim da banda e Tommy Bolin seguiu em carreira solo.


Em 1976 lançou seu segundo álbum, "Private Eyes", também excelente com destaque para as músicas "Shake The Devil", "Post Toastee", "Bustin' Out For Rosie" e a lindíssima "Hello, Again".
Bolin seguia fazendo shows em clubes com sua banda e tinha idéia de formar um supergrupo com Billy Cobham e Glenn Hughes.
No dia 03 de dezembro de 1976 estava em Miami e abriu um show de Jeff Beck, tirou fotos no backstage e voltou para o hotel. Lá, tomou vários drinks e foi para o quarto com a namorada. Pela manhã foi encontrado morto, vítima de overdose de heroína e álcool. Tommy Bolin estava com 25 anos de idade.
Postumamente, foram lançados vários álbuns com gravações ao vivo e out-takes. "Whips And Roses" foi lançado recentemente e consiste de material de estúdio gravado nas sessões de "Teaser", com versões diferentes das músicas que saíram oficialmente.




Teaser



Private Eyes



Whips And Roses

Paice, Ashton & Lord

Hospedagem do Álbum e Montagem: Fireball

Postado Originalmente em Junho/2006 - Link Atualizado


Paice, Ashton & Lord é uma banda pouco conhecida, apesar de seus integrantes famosos, e foi formada em 1976 logo após o fim do Deep Purple. Os ex-Purple Ian Paice (bateria) e Jon Lord (teclados) se uniram a Tony Ashton (vocal e piano) e recrutaram o guitarrista Bernie Marsden e o baixista Paul Martinez.
Único fruto dessa união, o álbum "Malice In Wonderland", lançado em 1976, tem muito mais influências de jazz, funk, soul e boogie do que se poderia esperar do Deep Purple e causou estranheza aos fãs. O sucesso não foi o esperado e a banda se desfez enquanto iniciavam a gravação do segundo álbum, que nunca chegou a ser finalizado.
Logo depois, Marsden e Lord se juntaram a David Coverdale no Whitesnake.
Tony Ashton morreu de câncer em 2001.
Também em 2001, foi lançada uma edição especial de "Malice In Wonderland", contendo de bônus as 8 músicas inacabadas do que seria o segundo disco da banda. E é essa versão que estamos disponibilizando agora.




Malice In Wonderland




domingo, agosto 26, 2007

Samson

Hospedagem: Gerald

Montagem: Fireball



Samson era uma banda formada na Inglaterra em 1977 e liderada pelo guitarrista Paul Samson (1953- 2002).
A banda fez parte da NWOBHM ao lado de Iron Maiden, Def Leppard, Saxon entre outros.
Em 1979 a banda lançou seu primeiro álbum, "Survivors", como um trio formado por Paul Samson (guitarra e vocais), Chris Aylmer (baixo) e o baterista mascarado Barry "Thunderstick" Graham".
Ainda em 1979 quem assumiu os vocais do Samson foi ninguém menos que Bruce Dickinson que, anos mais tarde, passou a fazer de outra banda que todo sabe.
Com Dickinson, o Samson gravou seus melhores álbuns, "Head On" e Shock Tactics".
Em 1981 a banda se apresentou no Reading Festival, marcando a última participação de Bruce Dickinson nos vocais. Nessa mesma época ele aceitaria um convite para substituir Paul Di'Anno no Iron Maiden, deixando o Samson.
A banda continuou na ativa nos anos seguintes, mas nunca atingiu o sucesso.
Paul Samson morreu de câncer em 2002.
Agora, numa colaboração do meu amigo Gerald, estamos disponibilzando o álbum da apresentação do Samson no Reading Festival de 1981.


Live At Reading '81




Clip de "Vice Versa"- uma das coisas mais trash que vi ultimamente


segunda-feira, agosto 20, 2007

Jordan Rudess

Hospedagem do Álbum: Alec

Montagem: Fireball


Jordan Rudess nasceu em 1956 e, há algum tempo, vem se destacando como um dos maiores tecladistas do rock na atualidade.
Com formação clássica e influenciado por Keith Emerson e Rick Wakeman, Rudess já tocou em bandas como Dixie Dregs e Liquid Tension Experiment.
Desde 1999 faz parte do Dream Theater.
O mais recente lançamento solo de Jordan Rudess é "The Road Home", que está saindo do forno agora. O álbum é composto por regravações de clássicos do rock progressivo como "Dance On Volcano" (Genesis), "Tarkus" (Emerson, Lake & Palmer) e "Sound Chaser" (Yes), onde Rudess transforma essas músicas, acrescentando algumas partes e demonstra sua característica de criar solos rápidos e difíceis, o que talvez não agrade os fãs tradicionais do rock progressivo.
"The Road Home" traz participações de Neal Morse, Rod Morgenstein (Dixie Dregs, Winger), Kip Winger (Winger), Steven Wilson (Porcupine Tree), Nick D'Virgilio (Spock's Beard) e Ed Wynne (Ozric Tentacles), entre outros.




The Road Home (Gigasize)

The Road Home (Mediafire)

1- Dance On Volcano
2- Sound Chaser
3- Just The Same
4- JR Piano Medley
5- Piece Of The Pie
6- Tarkus

domingo, agosto 19, 2007

Paradise Lost

Hospedagem dos Álbuns: Fireball & Paulo Rickenbacker

Montagem: Fireball

Postado em Abr/2006 - Links Atualizados


O Paradise Lost foi formado na Inglaterra em 1988.
Em 1990 lançaram seu debut, auto-intitulado, com música baseada genericamente no death-metal e produção precária, mas mesmo assim, com boa repercussão.
Em 1991 saiu o segundo álbum, "Gothic", cujo nome já explica por quais caminhos a banda pretendia seguir. Passagens orquestradas, guitarras com afinação grave, vocais tétricos ao fundo e solos negros levaram o Paradise Lost a atingir um som distinto e original.
Em 1992 lançaram o terceiro álbum, "Shades Of God", que afastou o Paradise Lost do death-metal.
O quarto álbum, "Icon",lançado em junho de 1993, foi saudado como uma obra-prima do metal gótico e cimentou sua posição na cena metal corrente. Este trabalho também resultou no sepultamento definitivo da formação death metal da banda.
No quinto álbum , "Draconian Times", de 1995, a composição das músicas melhorou dramaticamente. O álbum é cheio de melodias negras, ritmos pesados, bateria sólida, letras inspiradas e vocais impecáveis, sendo considerado um dos melhores discos de rock pesado da década de 90.


Apesar do sucesso, a banda não usou a mesma fórmula no disco seguinte, "One Second" de 1997. Nesse álbum foi introduzida bateria eletrônica e alguns ritmos techno, causando certa desconfiança entre os fãs. Mas mesmo assim, "One Second" é um grande disco.
Porém, o que era desconfiança virou uma certeza. Em 1999 saiu "Host", provavelmente o pior disco do Paradise Lost, com um exagero na dose de elementos eletrônicos na música do grupo.
Em 2001 foi lançado "Believe In Nothing", onde a banda simplificou o som e apresentou algumas ótimas composições.
Mas em 2002 voltaram a usar elementos eletrônicos e lançaram "Symbol Of Life", um álbum mediano salvo pela excelente versão de "Small Town Boy", originalmente um hino-gay do Bronski Beat, que ganhou uma roupagem interessante.
Em 2005 saiu o álbum denominado simplesmente "Paradise Lost".
Em 2007 a banda lança seu último álbum, "Requiem". A formação atual conta com Nick Holmes (vocal), Greg Mackintosh (guitarra), Aaron Aedy (guitarra), Steve Edmondson (baixo) e Jeff Singer (bateria).




Gothic



Draconian Times

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One Second

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Believe In Nothing



Symbol Of Life

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Paradise Lost



In Requiem







Fields Of The Nephilim

Hospedagem dos Álbuns: Paulo Rickenbacker

Montagem: Fireball



Fields Of The Nephilim é outra banda de Gothic Rock surgida na Inglaterra no início dos anos 80. A formação original contava com Carl MacCoy (vocal), Paul Wright (guitarra), Tony Pettit (baixo), Gary Whisker (sax) e Nod Wright (bateria).
Após gravarem um primeiro LP, "Burning The Fields", de forma totalmente independente, Whisker deixa o grupo e é substituído por um segundo guitarrista, Peter Yates.
As letras com conteúdo mórbido, abordando temas místicos e sombrios eram inspiradas em filmes de terror, enquanto, curiosamente, o visual do grupo era inspirado em filmes de western.
Em 1987 foi lançado o primeiro álbum por uma gravadora de maior porte, "Dawnrazor".
Depois vieram "The Nephilim" (1988) e "Psychonaut" (1989).
Em 1990 começam a surgir rumores sobre o fim da banda que, ainda assim, lançam o álbum "Elyzium".
Após a turnê que se seguiu, foi lançado o primeiro álbum ao vivo do Fields Of The Nephilim, "Earth Inferno".
Logo depois foi lançado outro disco ao vivo, "Live In Concert", com gravações de apresentações mais antigas.
Em 1991, Carl MacCoy anuncia sua saída do Fields Of The Nephilim e a banda chega ao fim.
Após cada um dos integrantes seguirem seus caminhos, em 1996 Carl MacCoy remonta o Nephilim, sendo ele o único membro original.




Dawnrazor (1987)



The Nephilim (1988)



Elyzium (1990)

sexta-feira, agosto 17, 2007

Sisters Of Mercy


Hospedagem: Fireball & Paulo Rickenbacker

Texto e Montagem: Fireball


Esse e o próximo post são de 2 bandas de um estilo que não costuma fazer parte do meu blog: o gótico dos anos 80.
Primeiro, Sisters Of Mercy, um dos maiores ícones desse movimento, apesar dos poucos álbuns lançados.
A banda foi formada em Leeds, Inglaterra, em 1980 por Andrew Eldritch (vocal) e Gary Marx (guitarra). O baterista Doktor Avalanche, na verdade era uma bateria eletrônica programada por Eldritch, mas sempre foi creditado como "baterista oficial".
O nome Sisters Of Mercy foi retirado de uma música de Leonard Cohen.
Ainda em 1980 entram para abanda o baixista Craig Adams e o guitarrista Ben Gunn.
Em 1983, Gunn deixa a banda para ser substituído por Wayne Hussey.
Em 1985 lançam seu primeiro álbum, "First And Last And Always", com péssima produção, mas que se tornou imprescindível aos "darks", com músicas melancólicas e depressivas.
Pouco depois, Marx deixa a banda e os sisters Of Mercy se separam. Wayne Hussey e Craig Adams formam o The Mission, enquanto Eldritch aguarda a disputa judicial para ficar com os direitos ao nome Sisters Of Mercy.
Em 1987, com os direitos adquiridos por Eldritch, o Sisters Of Mercy reformulado lança o álbum "Floodland" com os hits "This Corrosion" e "Dominion".
Em 1990 saiu o álbum "Vision Thing", mais pesado e acelerado que os anteriores e trazendo o hit "More".
Depois saíram 2 coletâneas e nenhum outro álbum de inéditas.
A banda continua se apresentando até hoje e esteve recentemente no Brasil.


First And Last And Always (1985)



Floodland (1987)



Vision Thing (1990)



A Slight Case Of Overbombing- Greatest Hits (1993)





quarta-feira, agosto 15, 2007

The Mission

Hospedagem: Fireball & Paulo Rickenbacker

Montagem: Fireball


O The Mission é um descendente direto do Sisters Of Mercy.
Foi formado em 1985 por Wayne Hussey (guitarra e vocal) e Craig Adams (baixo), após ambos deixarem o Sisters Of Mercy. Completavam o grupo Simon Hinkler (guitarra) e Mick Brown (bateria).
O primeiro álbum, "Gods Own Medicine", foi lançado em 1986 e trouxe músicas que se tornaram bem conhecidas na época como "Severina", "Wasteland" e "Stay With Me". O som do The Mission era uma misto de pop-rock-gótico com algumas passagens mais pesadas.
Em 1988 lançaram o segundo álbum, "Children", que contou com a produção de John Paul Jones e trouxe hits com "Beyond The Pale" e "Tower Of Strenght".
Nos álbuns seguintes o som do The Mission se tornou bem mais pop e eu acabei deixando de acompanhar a carreira da banda.
Mas esses 2 discos são bem interessantes...



Gods Own Medicine (1986)



Children (1988)



The First Chapter



Blue (1996)




sábado, agosto 04, 2007

C4 featuring Michael Angelo

Hospedagem, Texto, Fotos e Montagem: Fireball


Michael Angelo Batio nasceu em Chicago, EUA, sendo considerado o guitarrista mais rápido de todos os tempos.
Michael é ambidestro e consegue tocar 2 guitarras ao mesmo tempo, em harmonias sincronizadas ou separadas. Ele á o criador da guitarra de 2 braços em "V", a Double V-Neck.
Começou sua carreira na década de 80 tocando nas bandas Nitro e Holland.
Desde 1993 segue em carreira solo, tendo lançado vários álbuns.
O C4 é uma banda que Michael Angelo formou em 2002 com o vocalista Dan Lenegar, o baterista Mrozek e o baixista Bill Kopecky.
O C4 lançou apenas o álbum "Call To Arms", onde são aproveitadas músicas antigas dos tempos de Nitro e Holland adaptadas aos vocais agressivos de Dan Lenegar, que em nada se parece com o histérico Jim Gillette (antigo vocalista de Michael Angelo).
Esse álbum é um hard rock com referências aos anos 80 e algumas passagens mais pesadas. Outra vantagem desse play é que Michael está mais contido, sem se preocupar tanto com seu habitual exibicionismo.





Call To Arms

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