quinta-feira, janeiro 03, 2008

Buddy Guy

Hospedagem dos Álbuns e Montagem: Fireball


Buddy Guy nasceu em 1936, no estado da Louisianna, EUA e é considerado um maiores guitarristas de blues de todos os tempos. Tem um estilo vigoroso, vibrante e pesado, muitas vezes flertando com o rock, influenciando gente como Eric Clapton e Stevie Ray Vaughan entre tantos outros.
Começou a tocar guitarra no início da década de 50 e em 1957 se mudou para Chicago onde iniciou sua carreira profissional.
Em Chicago, Buddy conheceu Muddy Waters, Freddy King, Otis Rush e Magic Slim, sendo que o último o apresentou a Eli Toscano da Cobra Records, com quem Buddy assinou seu primeiro contrato. Em 1958 lançou seu primeiro single com as músicas "This Is The End" e "Try To Quit You Baby", produzido simplesmente por Willie Dixon.
Em 1960, Buddy Guy trocou de gravadora assinando com a Chess, onde permaneceu até 1967. Nesse período, lançou mais alguns singles e trabalhou como guitarrista de estúdio, tocando em álbuns de Muddy Waters, Sonny Boy Williamson, Howlin' Wolf e Koko Taylor. Porém, não teve apoio para lançar um full-lenght.


Em 1967 foi para a gravadora Vanguard onde, finalmente, conseguiu gravar seu primeiro LP, "A Man On The Blues". Nessa época, inicia também uma longa parceria com o gaitista Junior Wells, com quem gravaria vários álbuns até a morte de Wells, em 1998.
Na década de 80 também gravou alguns discos em parceria com seu irmão, Phil Guy.
Em 1991, Buddy ganhou o Grammy com seu álbum "Damn Right, I've Got The Blues". Nessa época aproveitou para difundir seu nome para fora das rodas de blues e ganhar maior popularidade. O disco "Feels Like Rain", de 1993, tentou aproveitar a notoriedade do Grammy e teve arranjos mais pop e acessíveis, se torando um dos mais fracos de sua carreira.


Em 1994, Buddy voltou às origens no ótimo "Slippin' In", calcado no blues.
Na excursão desse álbum foi gravado o material que resultou no excelente álbum ao vivo "The Real Deal", que saiu também em DVD.
Em 1999 foi lançada a coletânea "Buddy's Baddest", com material gravado na década de 90.
Em 2001 saiu o álbum "Sweet Tea", com uma sonoridade bastante pesada, com guitarras distorcidas e densas, considerado um dos melhores da carreira de Buddy Guy.
Em 2003 ele investiu num retorno às origens com o álbum "Blues Singer", praticamente acústico, apenas com versões para clássicos do blues.


Em 2006 foi lançado seu mais recente álbum, "Bring 'Em In", que conta com a participação de nomes como Santana e John Mayer.
Entre as diversas coletâneas de Buddy Guy disponíveis, uma que merece destaque é "And Friends" que está disponível para download. Esse álbum, apesar do nome sugestivo, não consiste de um disco de duetos ou convidados. É uma compilação basicamente da carreira de Buddy, com algumas músicas tendo a participação de seu irmão, Phil Guy. Algumas outras faixas são de guitarristas da mesma geração, como Jimmy Dawkins, Guitar Shorty e Lurrie Bell.
Buddy Guy já se apresentou várias vezes no Brasil, sendo a última em Novembro de 2005.





Buddy Guy And Friends disc 1

Buddy Guy And Friends disc 2



Slippin' In



The Real Deal: Live



Buddy's Baddest- The Best Of Buddy Guy



Sweet Tea



Bring 'Em In

Pink Cream 69

Hospedagem e Montagem: Fireball


A história da banda Pink Cream 69 começa aproximadamente em 1984, quando o alemão Andi Deris, de apenas 19 anos, queria montar uma nova banda. Nessa época, Andi (vocalista) e o amigo Ralph Maison (que tocava bateria), montaram o Kymera. Depois de um certo tempo, Ralph resolveu abandonar a banda para ir estudar na Universidade.
Andi arrumou um novo baterista, Kosta Zafiriou e, três anos depois, formaram o Pink Cream 69. A primeira formação contava ainda com Alfred Koffler e Dennis Ward.
A banda tinha um som peculiar, um hard rock envolvente, que começou a chamar atenção na Alemanha. Nessa época, tocavam em lugares pequenos e logo adquiriram alguns fãs fiéis.
O ano de 1988 mostrou que o Pink Cream 69 tinha tudo pra ser uma das grandes revelações do cenário europeu, ganhando o prêmio Metal Hammer Newcomer em Rockfabrik Ludwigsburg (Alemanha). Com o prestígio em alta, o Pink Cream 69 recebeu diversas propostas de gravadoras e acabou assinando com a CBS (atualmente a Sony Music).


Em 1989 a banda gravou o primeiro álbum, chamado simplesmente de Pink Cream 69. O disco foi muito bem recebido e rendeu muitos elogios de revistas especializadas. Ainda nesse ano aconteceu a primeira tour da banda pela Europa abrindo shows para o White Lion. Um ano depois a banda foi convidada para tocar pela primeira vez nos EUA, no New Music Seminar em Nova York.
Em 1991 foi lançado o segundo disco, "One Size Fits All". Mais uma vez sucesso absoluto, com músicas muito bem elaboradas, com um som totalmente diferente. O disco além de ter sido lançado na Europa foi lançado no Japão também, conquistando um público muito importante, já que os japoneses são grandes consumidores do Rock em geral.
No ano de 1992 a banda tocou pela primeira vez no Japão. O público japonês demonstrou logo de cara sua fidelidade e a passagem do Pink Cream 69 por lá gerou o vídeo "Size It Up! Live In Japan" que foi lançado no final do mesmo ano.


Em 1993 saiu o terceiro disco, "Games People Play", que também foi muito bem aceito e teve uma grande turnê de divulgação.
Em 1994, a banda sofreu a primeira alteração na formação original: o Helloween teve problemas com o vocalista Michael Kiske e acabou demitindo-o. Com a moral em alta, Andi Deris foi convidado para substituí-lo. Os músicos do Pink Cream 69 não perderam tempo e encontraram o inglês Daivid Readman para substituir Andi. Feliz escolha, visto que David é bastante superior a Andi Deris e deu um novo padrão ao som do Pink Cream 69.
No mesmo ano de 1994 foi produzido e lançado o quarto disco da banda: "Change". O nome do álbum serviu tanto para a nova formação da banda quanto para a direção musical, que também mostrou algumas diferenças em relação a fase-Deris.


Em 1997 a banda lançou o álbum "Food For Thought" e com 10 anos de história nas costas, achou que era o momento de lançar um disco comemorativo. Nos shows da turnê alemã foi gravado o disco #Live#, que mostra a potência da banda ao vivo e foi uma forma de mostrar a capacidade e carisma do novo vocalista ao vivo.
Em 1998 a banda começou a conquistar o público latino. O álbum "Electrified" foi lançado no Brasil, teve uma divulgação digna, tendo reviews em diversos meios de comunicação e, finalmente, conseguiu um reconhecimento no Brasil. No final de 1998 o Pink Cream 69 entrou em turnê pela Europa com a banda solo de Bruce Dickinson. Nessa época, o Pink Cream 69 tocou na América do Sul pela primeira vez, inclusive no Brasil.
No início de 2000 foi lançado o sensacional disco "Sonic Dynamite", que mais uma vez conseguiu ótima recepção dos fãs em todo o mundo. No Brasil, o álbum foi lançado de uma forma especial, com música bônus e encarte com letras traduzidas, num serviço especial para os fãs brasileiros.
No ínicio de 2001, David Readman se envolveu em um projeto chamado Adagio, do guitarrista Stephan Forté (França).


Nessa época e iniciaram as gravações do próximo álbum. A única má notícia foi o problema com Alfred Koffler que, que passou a ter dificuldades para tocar guitarra por conta de uma síndrome do túnel carpo na mão esquerda. Isso tornou o processo de gravação mais lento, mas, no final de 2001 é lançado "Endangered", um disco mais pesado, com ótima aceitação de crítica e público. A turnê de divulgação desse álbum foi cancelada devido ao fato de Alfred Koffler ainda não estar recuperado. No festival Bang Your Head, de 2003, o grupo apresenta-se pela primeira vez como um quinteto, reforçado pelo novo guitarrista Uwe Reitenauer, contratado para suprir os problemas de Koffler, que continua com problemas para apresentações ao vivo.
Em 2004, o Pink Cream 69 lança "Thunderdome", consolidando sua perfeita alquimia de riffs pesados e melodias "pegajosas" como em "Here I Am", "Carnaby Road" e "Retro Lullaby".
Em 2007, com Uwe Reitenauer fazendo parte definitivamente da banda, o quinteto acaba de lançar seu 10º álbum de estúdio com o sugestivo nome de "In10sity".



Pink Cream 69 (1989)




Food For Thought (1997)




Electrified (1998)




Sonic Dynamite (2000)
track 10: Face Of an Angel




Endangered (2001)




Thunderdome (2004)




In10sity (2007)




quarta-feira, janeiro 02, 2008

Rhett Tyler

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Rhett Tyler é outro guitarrista de blues nascido no Texas. Rhett faz o tipo de blues com o fraseado tipicamente texano, moderno e explosivo com toques de rock e alguma influência de jazz e soul.
É bastante difícil de se encontrar material dele e esse álbum é de 1997.


My Passion (1997)

Circle II Circle

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O Circle II Circle foi formado em 2000 pelo vocalista Zak Stevens, logo após sua saída do Savatage.
Porém, Zak manteve estreitas relações com sua ex-banda e, nos 2 primeiros álbuns do Circle II Circle, a participação de Jon Oliva foi fundamental.
Em "Watching The Silence", debut lançado em 2003, Oliva assinou 8 músicas em parceria com Zak e a dupla também dividiu a produção do disco. O guitarrista do Savatage, Chris Caffery, também deu uma forcinha ao Circle II Circle e compôs 2 músicas para o álbum. Como era de se esperar, obviamente, a sonoridade de "Watching In Silence" lembra muito o Savatage dos tempos de Zak nos vocais. O line-up da banda em seu debut foi formado ainda por Matt LaPorte (guitarra), John Zanner (teclados), Kevin Rothney (baixo) e Christopher Kinder (bateria).
Quando o Circle II Circle se preparava para produzir o segundo álbum, todos os integrantes romperam com Zak Stevens e saíram da banda, deixando-o sozinho.
Após remontar o time, o Circle II Circle lançou o segundo álbum, "The Middle Of Nowhere", ainda sob forte influência de Jon Oliva e Chris Caffery que dividiram várias composições com Zak novamente. Esse disco é um pouco mais pesado, direto e menos elaborado que o primeiro, mas continua lembrando muito o Savatage.
Em 2007, o Circle II Circle lançou seu terceiro álbum, "Burden Of Truth", conceitual e baseado no Código Da Vinci.
A formação atual é: Zak Stevens, Andy Lee (guitarra), Evan Christopher (guitarra), Paul Michael Stewart (baixo) e Tom Drennan (bateria).




Watching In Silence




The Middle Of Nowhere




King Crimson

Hospedagem e Montagem: Fireball


O King Crimson foi formado na Inglaterra em 1968 pelo guitarrista Robert Fripp e pelo baterista Michael Giles.
É considerado um dos maiores nomes do rock progressivo ao lado de Yes, Pink Floyd e Genesis. Porém, a sonoridade da banda vai além disso... Devido ao gênio criativo de Fripp, único integrante que está na banda desde o início, o King Crimson viaja por diversos estilos como jazz, folk, pop, erudito e até heavy metal. Apesar de tudo isso, Fripp faz questão de afirmar que não se considera o líder do grupo.
Ao longo desses quase 40 anos de história, a formação da banda já mudou incontáveis vezes e nomes como Greg Lake (Emerson, Lake and Palmer), Bill Brufford (Yes), John Wetton (Asia), Tony Levin (Liquid Tension Experiment, Pink Floyd) e Adrian Belew, entre outros, já passaram pelo King Crimson.


Esse box-set que estou disponibilizando é composto por 4 cds que cobrem os primeiros 15 anos da carreira do King Crimson, entre 1969 a 1984.
O primeiro cd marca a fase mais jazzística e sinfônica da banda, o período de 1969 e 1971, e contém o clássico "In The Court Of Crimson King" quase na íntegra.
O segundo cd abrange os anos de 1971 e 1974, marcando a fase mais pesada e experimental do King Crimson, onde o destaque é o álbum "Red" (quem assistiu o G3 em 2004 com Robert Fripp deve se lembrar dessa música).
O terceiro cd vai de 1981 a 1984 e caracteriza a fase mais influenciada pelo pop e pela new wave. Eu, particularmente, não gosto dessa fase e acho que o único elo de ligação entre esse cd e os outros 3 da caixa são os experimentalismos de Robert Fripp, já que a sonoridade é bem diferente.
O quarto e último cd contém apenas gravações ao vivo.




Frame By Frame: The Essential King Crimson disc 1 (1969- 71)

Frame By Frame: The Essential King Crimson disc 2 (1973- 74)

Frame By Frame: The Essential King Crimson disc 3 (1981- 84)

Frame By Frame: The Essential King Crimson disc 4 (Live)

Shadow Gallery

Hospedagem e Montagem: Fireball

Postado em Abr/2006 - Links Atualizados


O Shadow Gallery é uma banda de prog-metal formada nos EUA no final da década de 80. Os integrantes nessa fase eram Mike Baker (vocais), Brendt Allman (guitarra), Carl Cadden-James (baixo), Chris Ingles (teclados) e John Cooney (bateria).
O primeiro álbum, auto-intitulado, foi lançado em 1992.
Pouco depois Cooney deixa a banda sendo substituído por Kevin Sofera. Na mesma época entra para o grupo o guitarrista/tecladista Gary Wehrkamp, deixando o Shadow Gallery como um sexteto.
Com essa formação foi lançado, em 1995, "Carved In Stone", com composições bem mais consistentes, projetando a banda entre os grandes nomes do prog-metal.
O terceiro álbum foi "Tyranny", de 1998, e mostrou uma grande evolução da capacidade da banda, principalmente devido a Wehrkamp, que ganhava espaço nas composições. Nesse disco o baterista já era Joe Nevollo.
Após 3 anos sem gravar material inédito e tendo participado de alguns álbuns tributos, o Shadow Gallery lança "Legacy" em 2001. Esse disco conta com a magnífica "First Light", uma suíte com 23 minutos de duração e diversas mudanças de andamento.
Mais 4 anos de confinamento se passaram até que, em 2005, o Shadow Gallery lança seu quinto álbum, "Room V". Entre os bônus desse álbum está um medley com músicas do Pink Floyd. O tecladista Chris Ingles participou de parte das gravações, mas deixou a banda antes que "Room V" fosse lançado.

segunda-feira, dezembro 31, 2007

Sebastian Bach

Hospedagem e Montagem: Fireball


Esse seria o primeiro post de 2008, mas resolvi adiantar um pouco. E será controverso: Sebastian Bach!!
Nascido em 1968, Bach começou a fazer no final dos anos 80 com o Skid Row, banda que embora muitos classifiquem como "metal farofa", fazia um som bem mais agressivo e consistente do que a maioria das bandas do gênero.
Bach deixou o Skid Row em 1996 e, desde então, continuou na ativa mas sem nenhum trabalho relevante. Lançou o mediano álbum de covers "Bring 'Em Back Alive" e participou do 2º álbum do Frameshift e do musical "Jesus Christ Superstar".
Em 2007, Bach reuniu um time de respeito e, finalmente, gravou um álbum de qualidade.
Com "Metal" Mike Chlasciak (guitarra), Johnny Chromatic (guitarra), Steve Di Giorgio (baixo) e Bobby Jarzombek (bateria) e a produção de Roy Z (Halford, Bruce Dickinson, Judas Priest), "Angel Down" foi lançado em novembro último e mostra Bach em ótima forma.
O álbum começa sem-graça com a pesadona faixa-título que, pessoalmente, não gostei. A partir da segunda faixa o disco entra nos eixos, com músicas pesadas e agressivas alternadas com 2 belas baladas ("By Your Side" e "Falling Into You") e a cover de "Back In The Saddle" do Aerosmith.
Sem dúvida, esse é o álbum mais pesado já gravado por Bach, inclusive se comparado com os de quando fazia parte do Skid Row.
Vale citar que ele conseguiu "desenterrar" Axl Rose, com quem faz dueto em 3 faixas ("Back In The Saddle", "Love Is a Bitchslap" e "Stuck Inside").
Um ótimo retorno!



Angel Down (2007)
Track 8- Live & Die

Angel Down - Link Alternativo

01- Angel Down
02- You Don't Understand
03- Back In The Saddle
04- (Love Is) A Bitchslap
05- Stuck Inside
06- American Metalhead
07- Negative Light
08- Live & Fie
09- By Your Side
10- Our Love Is Lie
11- Take You Down With Me
12- Stabbin' Daggers
13- You Bring Me Down
14- Falling Into You


Mötley Crüe

Hospedagem e Montagem: Fireball

Postado Originalmente em Mai/2006 - Links Atualizados


Não sou muito chegado no glam-rock-farofa dos anos 80, mas toda regra tem suas exceções. O Mötley Crüe, no caso, é exceção e, para mim, fez uma música mais consistente e vigorosa que 99% das demais bandas do gênero em questão, o hair metal.
O Mötley Crüe foi formado nos EUA em 1981 pelo baixista Nikki Sixx, o baterista Tommy Lee, o vocalista Vince Neil e o guitarrista Mick Mars, começando a tocar em bares e casas noturnas locais. Sempre muito polêmico, o Mötley Crüe por muitas vezes chamou mais a atenção pelos escândalos que seus membros estiveram envolvidos do que propriamente pela música, por isso sendo chamados de "bad boys of rock n´ roll".
O primeiro foi "Too Fast For Love" de 1982. Em 1983 lançaram "Shout At The Devil", que emplacou alguns hits. Nessa época ocorre o primeiro escândalo: Vince Neil, ao dirigir sob excesso de drogas e álcool sofre um acidente, matando seu amigo Nicholas Dingley, guitarrista do Hanoi Rocks. Vince fica preso durante 1 mês e tem que prestar serviços comunitários.
Em 1985 foi a vez de lançarem "Theatre Of Pain" com uma mudança de direcionamento musical para o glam rock que despontava na época. Em 1987 lançaram "Girls, Girls, Girls" saem em turnê mundial. Em meio à turnê, Nikki Sixx tem uma overdose de heroína que quase o leva à morte. No ano seguinte, todos os integrantes do Motley Crüe se internam para tratamento de dependência química.


Em 1989 voltam com tudo naquele que é considerado seu melhor álbum, "Dr. Feelgood", mais pesado e agressivo e com o maior sucesso do grupo, "Kickstart My Heart".
Em 1991 sai a coletânea "Decade of Decadence" e, em seguida, Vince Neil sai da banda devido a brigas internas. Seu substituto é John Corabi. Em 1994 sai o álbum chamado simplesmente "Motley Crüe", o único com os vocais de Corabi, que não alcança boas vendagens.
Em 1997 Vince Neil retorna à banda e é lançado "Generation Swine", outro álbum muito criticado. Saem em turnê, mas agora é a vez do baterista Tommy Lee ser preso e condenado a 1 ano de prisão devido a agressões a sua esposa, a atriz Pamela Anderson. Lee sai da banda em 1999, sendo substituído por Randy Castillo, da banda de Ozzy Osbourne. Pouco tempo depois são divulgados gravações caseiras de Tommy Lee tendo relações sexuais com Pamela Anderson.
Em 2000 é lançado o álbum "New Tattoo", mas Randy Castillo tem que se afastar devido a problemas de saúde, vindo a falecer em 2002. A banda anuncia que se afastará por algum tempo.
Nikki Sixx monta uma nova banda, Brides Of Destruction.
Em 2005 é lançada essa coletânea que estou disponibizando para download, com um bom apanhado de toda a carreira do Motley Crüe, principalmente no cd 1.





Red, White & Crüe disc 1

Red, White & Crüe disc 2




domingo, dezembro 30, 2007

Kansas

Hospedagem dos Álbuns e Montagem: Fireball


O Kansas foi formado em 1970 em Topeka, estado norte-americano do ...... você acertou se imaginou Kansas.
Sua sonoridade é caracterizada pela fusão da complexidade das bandas britânicas de rock progressivo com o southern rock tipicamente americano.
A formação original contava com o guitarristas Kerry Livgren e Richard Williams, o baixista Dave Hope, o baterista Phil Ehart, o violinista Robbie Steinhardt e o tecladista/vocalista Steve Walsh.
O grande momento da carreira do Kansas aconteceu na metade dos anos 70 com os álbuns "Leftoverture"(1976) e "Point Of Know Return"(1977), que apresentaram os hits "Carry On Wayward Son" e "Dust In The Wind" respectivamente.


Nos anos 80 a banda alterou diversas vezes o line-up com as saídas de Livgren, Walsh e Hope e, conseqüentemente, mudou também sua sonoridade que passou a flertar com o AOR.
O primeiro LP sem os vocais de Walsh, "Vinyl Confessions", trouxe o mega-hit "Play The Game Tonight", tocado nos comerciais de cigarro Hollywood. Porém, em 1983, a banda se dissolveu.
Em 1986 Walsh retorna e, juntamente com Williams e Ehart, remonta o Kansas. Entre os guitarristas que passaram pela banda nessa fase merece destaque Steve Morse, que participou das gravações de 2 álbuns.
Em 2000, Kerry Livgren participou das composições e gravações do álbum "Somewhere To Elsewhere", que marcou a volta ao som que a banda fazia no início de carreira.
Na turnê desse disco eles passaram pelo Brasil, tocando na festa do peão de Jaguariúna-SP !!





Kansas (1974)



Masque (1975)



Leftoverture (1976)



Point Of Know Return (1977)



Somewhere To Elsewhere (2001)