segunda-feira, novembro 24, 2008

Blindstone


Blindstone é uma banda de hard rock oriunda da Dinamarca formada no início dos anos 2000 por Martin J. Andersen (vocal e guitarra), Jesper Bunk (baixo) e Anders Hvidtfeldt (bateria).
Apesar de nova, parece que foi congelada na década de 70 e hibernou durante 30 anos. O som do Blindstone é um hard rock retro com influências de blues e funk que combina riffs pesados com passagens melódicas e os vocais viscerais de Andersen.
"Manifesto" é seu primeiro álbum e foi lançado em 2003. Em 2008 foi reeditado numa versão com nova capa e 3 faixas bônus (e essa versão que está disponível).
"Freedom's Calling" é o segundo e saiu recentemente, em 2008.
Confiram!!



Manifesto (2003)

01 Wasted Days
02 Temple Trippin'
03 Somewhere
04 Say It Ain't So
05 Open Up Your Heart
06 Unifunk (It's Time)
07 Groovin'
08 By Grabthar's Hammer
09 Are You Experienced?
10 Sleeping Alone
11 Funkadelic Medley
12 Dirty Love
13 Gonna Be More Suspicious



Freedom's Calling (2008)

01 Freedom's Calling
02 Can't Be With You
03 Fear
04 Good Time
05 She's So Pretty
06 Sugar Room
07 Waste A Little Time On Me
08 I'd Quit
09 Hang Onto My Love
10 Had Enough
11 Freedom's Calling (Slight Return)



quarta-feira, novembro 19, 2008

Rob Halford


Rob Halford, o “Metal God”, é um dos ícones do heavy metal e, provavelmente, uma das figuras que melhor representam esse estilo. Não há como pensar em metal sem fazer uma associação a ele.
Halford nasceu em Birmingham, Inglaterra, no dia 25 de agosto de 1951. Começou a cantar ainda na adolescência numa banda chamada Hiroshima. Sua importância para o heavy metal começou em 1973, quando sua irmã o apresentou a Ian Hill, baixista de uma banda chamada Judas Priest que precisava de um novo vocalista. Daí para frente todo mundo sabe o que aconteceu e essa história já foi contada com alguns detalhes nesse mesmo blog.
Mas esse post tratará da carreira de Halford fora do Judas Priest. Em 1992, após o sucesso de “Painkiller”, Rob Halford resolveu montar uma banda paralela ao Priest. Assim surgiu o Fight, com os guitarristas Russ Parish e Brian Tilse, o baixista Jay Jay e o baterista Scott Travis, também membro do Judas Priest.
Em 1993 é lançado “War Of Words”, debut do Fight, mostrando um som pesado como o do Judas Priest, porém menos técnico. O álbum teve boa aceitação entre os fãs e o Fight iniciou uma turnê mundial, passando inclusive pelo Brasil. No final desse mesmo ano, Halford resolve mudar os planos e abandona sua banda principal, mantendo-se à frente apenas do Fight.
Em 1995, sai o segundo álbum, “Small Deadly Space”, com uma temática mais sombria e com uma sonoridade mais “moderna”, que não agradou.

A banda Halford

Em 1996, Halford resolve dissolver a banda e iniciar um projeto mais ousado, que viria a ser o seu maior fracasso.
Após assumir sua homossexualidade, Rob montou o Two, banda techno-industrial que lançou o álbum “Voyeurs” em 1997 com produção de Trent Raznor. O disco foi um fiasco e fez Halford repensar o direcionamento que queria dar em sua carreira.
Após 2 anos no ostracismo, Rob Halford retorna com uma nova banda denominada simplesmente Halford.
Em 2000 é lançado o debut, “Resurrection”, nome que não poderia ser mais apropriado. O “Metal God” voltava com tudo ao estilo que o havia consagrado, o heavy metal clássico, com riffs e solos bem trabalhados e um ainda um dueto com Bruce Dickinson na música “The One You Love To Hate”.
Na turnê desse álbum Halford excursionou com o Iron Maiden e se apresentou no Rock In Rio III em 2001.
Na seqüência lança um cd duplo ao vivo, “Live Insurrection”, que trouxe algumas músicas inéditas de estúdio.
Em 2002, o novo álbum, “Crucible”, mostra um som mais pesado e sombrio que seu antecessor, muitas vezes lembrando os tempos do Fight.
Finalmente, em 2004 ocorre a tão esperada volta ao Judas Priest, onde Rob permanece até hoje.




War Of Words



Small Deadly Space



Resurrection (2000)



Crucible (2002)



segunda-feira, novembro 17, 2008

Judas Priest

Depois de uma verdadeira aula de heavy metal que vimos nesse último final de semana em São Paulo, nada melhor que atualizar a discografia do Priest!!


Em setembro de 1969, Al Atkins (vocalista) e Bruno Stappenhill (baixista), dois amigos que moravam em Birminghan, Inglaterra, realizavam testes de audição de guitarras para sua banda. Dentre os vários que compareceram, estava Kenneth Kelvin 'KK' Downing, mas ele não chegou a ficar. O escolhido foi Earnest Chataway. O line-up foi completado com o baterista John Partridge. Bruno sugeriu que a banda se chamasse Judas Priest, nome tirado da faixa "The Ballad Of Frankie Lee and Judas Priest" de Bob Dylan. Após algumas apresentações, gravaram uma Demo-Tape com duas faixas com o objetivo de conseguir um contrato com uma gravadora. Sem atingir esse objetivo, em meados de 1970, decidem se separar.
As divergências musicais aliadas a insegurança e a tristeza por não ter gravado o primeiro álbum foram os principais motivos. Al Atkins era o mais descontente com o estilo 'bluesy' que a banda tinha adotado e continuou procurando por músicos para seu novo projeto. Numa noite Al ouviu uma banda com 3 jovens que o entusiasmou. Um deles era KK Downing, guitarrista que Al já conhecia. Os outros eram Ian 'Skull' Hill (baixo) e John Ellis (bateria). Al perguntou ao trio se precisavam de um vocalista e a resposta foi positiva. Começaram ensaiar, mas Al não havia gostado do nome que iam batizar a banda, Freight. Decide sugerir o nome de sua ex-banda, Judas Priest. Todos foram unânimes em concordar.


Após poucos meses, começam a tocar, abrindo para o Slade, Budgie e Warhorse. O baterista John Ellis deixa a banda, sendo substituído por Alan 'Skip' Moore.
Em julho de 1971 gravam 2 músicas: "Holy Is The Man" e "Mind Conception". Seguem, entre 1971 e 1972, apresentando-se poucas vezes ao vivo, já que estavam concentrados em compor para o primeiro álbum. Tudo ia bem até que o baterista Alan Moore deixa a banda para integrar o Sundance, sendo substituído por Chris 'Congo' Campbell.
Em 1973, excursionam como suporte para o Thin Lizzy e UFO. Mas, após os shows, Al Atkins deixa a banda por problemas financeiros e familiares. Na mesma época, Chris Campbell também deixa o Priest. Muitos pensaram que este seria o fim, mas KK Downing e Ian Hill decidem continuar. A namorada e futura esposa de Ian Hill, Sue Halford, indica seu irmão, Robert John Halford, para o posto de vocalista. Halford entra definitivamente no Judas Priest, trazendo consigo o baterista de sua banda (Hiroshima), John Hinch.


Após algumas apresentações, um 'olheiro' da Gull Records os vê e os convida para entrarem em estúdio e trabalhar no lançamento do primeiro álbum. Nessa época, resolvem convocar mais um guitarrista para o grupo e o escolhido para o posto é Glenn Tipton.
A banda começa a gravar o álbum, terminando-o após três semanas de trabalho. Dia 06 de setembro de 1974 lançam na Grã-Bretanha o debut, "Rocka Rolla" . Os músicos, mesmo descontentes com a produção de Roger Bain , tinham consciência de que o material era forte o bastante para falar por si.
Em 1975, o Judas Priest excursiona pela Europa com o intuito de promover "Rocka Rolla". E a força da banda ao vivo pôde ser mostrada no Reading Festival, onde impressionam o público e a mídia. Após o show, o baterista John Hinch deixa a banda. Para seu lugar, recrutam o ex-membro Allan Moore. E começam a compor para seu segundo álbum.
Em dezembro de 1975 entram no London's Morgan Studios para gravar "Sad Wings Of Destiny", lançado em março de 1976. Entre faixas do álbum, pelo menos 2 clássicos: "Victim Of Changes" e "The Ripper". Partem para uma tour pela Grã-Bretanha e, apesar de não contarem com nenhum apoio da gravadora, tocam de abril a junho. Mas, são recompensados com um contrato com a multinacional CBS/Columbia (atualmente Sony Music).


Em seguida, entram em estúdio para a gravação do terceiro álbum, "Sin After Sin" , com produção de Roger Glover (então ex-baixista de Deep Purple). Como o baterista Alan Moore havia saído, o Judas Priest contou com os préstimos de um músico de estúdio, o ótimo Simon Phillips. O álbum saiu em abril de 1977 e atingiu a 23ª posição nas paradas da Inglaterra, eternizando músicas como "Sinner" e "Diamonds And Rust" (cover de Joan Baez). Após o lançamento, seguem em tour pelos EUA, onde tocaram como suporte para o Led Zeppelin, R.E.O. Speedwagon e Foghat, e Inglaterra abrindo para o Status Quo.
O crescente sucesso do Judas Priest continuou com "Stained Class", lançado em fevereiro de 1978, com produção de Dennis McKay. O baterista já era Les Binks. Nesse álbum, o som tocado pelo Judas Priest começou realmente a chamar a atenção do mundo. Faixas como "Exciter", "Beyond The Realms Of Death" e "Better By You, Better Than Me" mostravam o poder de fogo da banda.
Após a tour, a banda volta ao estúdio para gravar o próximo trabalho, com produção a cargo de James Guthrie. "Killing Machine" foi lançado em outubro de 1978 no Reino Unido, mesma época em que a banda parte para uma tour na Inglaterra. As faixas que mais marcaram neste lançamento foram "Delivering The Gods", "Hell Bent For Leather", "Burning Up", "Running Wild" e "Green Manalishi". No início de 1979, o álbum é lançado nos EUA, com o título de "Hell Bent For Leather".


A tour mundial que se seguiu foi ao lado de bandas como o Kiss e AC/DC. Entre maio e agosto, o Judas Priest prepara o primeiro álbum ao vivo. "Unleashed In The East" foi gravado em Tóquio com produção de Tom Allom e até hoje é considerado um dos melhores álbuns ao vivo de Heavy Metal de todos os tempos, apesar de sabidamente ter muitos overdubs. Nessa época o baterista Les Binks deixa o Priest, sendo substituído por Dave Holland, ex- Trapeze.
No início de 1980, começam a gravar "British Steel", lançado oficialmente em março. "British Steel é considerado um dos melhores álbuns do Priest e um marco do heavy metal, com faixas de fácil assimilação como Breaking The Law e Living After Midnight e outras mais pesadas como Grinder, Rapid Fire e Metal Gods. Neste mesmo ano, tocam na primeira edição do Castle Donnington "Monsters Of Rock Festival", ao lado de Rainbow e Scorpions.
Após o fim da tour viajam para a ilha Ibiza, no Mediterrâneo, para pré-produção do álbum seguinte, "Point Of Entry". Apesar de poder contar com uma boa produção e de obter boa vendagem, o álbum não emplaca. Mesmo assim, faixas como 'Heading Out To The Highway", "Desert Plains" e "Hot Rockin'" conseguem virar clássicos.
Depois de outra turnê mundial e um breve período de descanso, a banda se reúne para iniciar os trabalhos para o álbum seguinte, "Screaming For Vengeance".


Com a produção novamente a cargo de Tom Allom, "Screaming For Vengeance" é lançado oficialmente em julho de 1982 e obtém a marca de 4 milhões de cópias vendidas nos EUA. O hino máximo "The Hellion/ Electric Eye" abre o álbum em grande estilo, seguido de faixas memoráveis, como "Riding On The Wind", "Bloodstone" e "You've Got Another Thing Coming".
A tour de divulgação do álbum durou nove meses, sendo que seis deles somente nos EUA, ao lado do Def Leppard e Iron Maiden.
Depois da tour, passam a se dedicar aos trabalhos do álbum seguinte, sempre com o auxílio do produtor Tom Allom.
Em dezembro de 1983 sai "Defenders Of The Faith". Apesar da falha na tentativa de igualar o sucesso de seu antecessor, o álbum contém faixas magníficas como "Frewheel Burning", "Jawbreaker" e "The Sentinel". O único ponto negativo unânime foi em relação ao nível da gravação que, realmente, deixou a desejar.
O ano de 1984 foi inteiramente dedicado à turnê mundial.
No início de 1985, a banda se concentrou no Compass Point Studios, nas Bahamas, para a composição do álbum seguinte. Era o início da era digital nas técnicas de gravação e o produtor Tom Allom não hesitou em sugerir que o novo álbum fosse feito com o uso de técnicas mais modernas.


Após um longo período de preparação, lançam "Turbo" , em março de 1986. Os velhos fãs torceram o nariz para esse álbum, com suas guitarras sintetizadas e bateria eletrônica.
Partem para uma tour mundial (exceto Grã-Bretanha), a "Turbo-Fuel For Life Tour", que resultou em mais um álbum ao vivo, "Priest...Live!", lançado em junho de 1987. A imprensa, no entanto, não escondia o descontentamento com o direcionamento musical de "Turbo" e não poupou as críticas, escrevendo que a música da banda era irrelevante para aquela época.
Em 1988 o Judas Priest chamou a atenção com a gravação de "Johnny B. Goode", cover de Chuck Berry.
O novo álbum, "Ram It Down", lançado em maio de 1988, trouxe-os de volta ao Heavy Metal clássico, mesmo contando com uma produção com resquícios da fase "Turbo".
Após a tour pela Europa e EUA, o baterista Dave Holland deixa a banda por problemas familiares pouco tempo antes de se iniciarem as gravações do álbum seguinte.
Decidem convidar o baterista Scott Travis do Racer X, que aceita prontamente o convite. Com o sangue novo de Travis na bateria, partiram para o Wisseloord Studios, na Holanda, para gravar o novo álbum com produção de Chris Tsangarides.


Em 1990 lançam o magistral "Painkiller", um álbum que causou impacto pela excelente produção e peso, colocando o Judas Priest como banda número 1 do cenário do Heavy Metal mundial. Todas as faixas mostraram uma banda atualizada, mais agressiva e muito mais técnica que o habitual e, entre as que mais se destacam, estão: "Painkiller", "All Guns Blazing", "Metal Meltdown", "Night Crawler" e "Touch Of Evil".
No início de 1991, pela primeira vez, fazem uma escala muito especial no Brasil para um show em 23 de janeiro no "Rock In Rio II", realizado no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, ao lado de Sepultura, Megadeth, Queensrÿche e Gun's n Roses.
Em junho de 1992, Rob Ralford anuncia que vai gravar com uma banda paralela, o Fight, mas afirmava à imprensa que não saíria do Judas. Mas, em setembro, deixa o Judas Priest para se dedicar exclusivamente ao Fight, levando consigo o baterista Scott Travis. Os outros músicos eram Brian Tilse e Russ Parish (guitarras) e Jay Jay (baixo).
Em dezembro de 1992 KK, Tipton e Hill decidem abrir o jogo para a imprensa e concordam que Halford estava de fora do Judas Priest. A gravadora CBS lança, em abril de 1993, uma coletânea dupla, "Metal Works 73-93", além de um vídeo (lançado pela CMV), contando toda a história da banda, com depoimentos e imagens raras.


Meses depois, Halford finalmente solta seu primeiro álbum com o Fight, "War Of Words", com um som mais simples, porém, muito pesado. Os fãs aprovam o Fight e ficam no aguardo de uma resposta do Judas.
O Fight decola com uma tour mundial passando, inclusive, pelo Brasil. Na seqüência, lança o segundo álbum, "A Small Deadly Space", que dessa vez não agradou. Pouco tempo depois, Halford declara o fim da banda.
Enquanto isso, o Judas Priest continuava a procura de um novo vocalista.
A dupla KK e Tipton já estava compondo o novo material e Scott Travis decide voltar a seu posto no Judas, após o fim do Fight.
Em março de 1996, Scott Travis entra no estúdio onde estavam preparando o novo álbum e mostra um vídeo de uma banda cover do Judas (Bristish Steel). O trio enlouquece ao ver o norte-americano, de Akron/Ohio, Tim Owens, cantando. Numa das apresentações da banda de "Ripper" Owens, Scott Travis os observou. Na ocasião, Scott chegou até a fazer um jam com a banda, tocando "Metal Gods" e ficou impressionado com a performance de Owens. Por isso, levou o vídeo do British Steel para ser analisado por Glenn Tipton. E, a convite do próprio Tipton, Tim Owens parte rapidamente para a Inglaterra para uma audição. Após o teste , Tim "Ripeper" Owens é anunciado à imprensa como o novo vocalista do Judas Priest.


Neste período, Glenn Tipton já estava para realizar um de seus sonhos que, era gravar um álbum solo. Mesmo estando trabalhando no novo álbum do Judas, Tipton divide seu tempo entre os EUA (Los Angeles) e a Inglaterra (Londres), onde ocorreram as gravações de "Baptism Of Fire". Convidados ilustres, como Cozy Powell (bateria), Billy Sheehan, John Entwistle e Robert Trujillo (baixistas), participaram do projeto, que foi lançado oficialmente em fevereiro de 1997.
Na mesma época, os trabalhos do novo álbum do Judas continuam. E, após sete anos de silêncio, é lançado "Jugulator" em 1997. O som é extremamente pesado, com guitarras mais distorcidas do que nunca e sem os solos harmoniosos de tempos passados. Na minha opinião, o ponto negativo do álbum foi a preocupação de Owens querer soar como Rob Halford, chegando a irritar.
Em janeiro de 1998, começam a tour pela Europa e, apesar de não tocarem em grandes estádios, lotam as casas de shows em todos os lugares por onde passam. O resultado foi a gravação de mais um álbum ao vivo, "Live Meltdown' 98". Aqui já se nota um Owens mais solto e, agora sim, mostrando toda sua qualidade, se saindo muito bem inclusive nas músicas de Halford.


Mas, Rob Halford consegue tomar a cena ao declarar ao mundo sua homossexualidade, coisa que todos já estavam cansados de saber. Após todo o falatório, Rob Halford monta outra banda, o Two. Ao lançar o álbum "Voyeurs" , o público desaprova o trabalho, que mixava techno e industrial com partes de guitarras pesadas (à la Nine Inch Nails), causando vários cancelamentos de datas pelo mundo. O Two chega ao fim, ficando o Rob Halford com sua própria carreira solo numa volta ao estilo que o consagrara no Judas Priest.
Em 2000, Halford lança seu álbum "Resurrection", com uma sonoridade clássica e que teve ótima aceitação dos fãs. Em janeiro de 2001, durante sua turnê, Halford se apresenta com sua banda no Rock In Rio. Ao final da tour é lançado o ao vivo "Live Insurrection".
Paralelamente à carreira de Rob Halford , o Judas Priest seguia firme e em julho de 2001 sai o álbum "Demolition". Seguindo as mudanças iniciadas em "Jugulator", o Judas tende ao metal moderno. Novamente gerou discórdias, com fãs radicais não o aprovando enquanto outros acreditam tratar-se de (mais um) excelente álbum.
Após 10 anos desde a última passagem pelo Brasil, a turnê inclui datas em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo.


Em 2003 começam boatos sobre a saída de Ripper e a volta de Halford ao Judas Priest. Em julho a banda declara oficialmente em seu site a retorno de Rob Halford. Fora do Judas, Ripper assumiu o posto de vocalista na banda Iced Earth. Em 17 de novembro é lançado o DVD Electric Eye, que inclui diversos vídeo clipes, o show de 1986 em Dallas (o mesmo de "Priest Live") e apresentações no BBC.
Em 2004 sai o box Metalogy comemorando o 30º aniversário da banda, que inclui 4 cds com musicas de toda a carreira (1974-2002) mais b-sides e versões ao vivo, e um DVD com o show de 1983 em Memphis.
No início de 2005 é lançado o tão esperado álbum da volta do Priest com sua formação clássica . "Angel Of Retribution" mostra o Judas Priest de volta ao metal tradicional, com letras que citam referências a várias outras músicas e álbuns da banda. Os destaques ficam por conta de "Deal With The Devil", "Hellrider", "Judas Rising" e "Demonizer". Em setembro voltam novamente para apresentações no Brasil, agora em companhia do Whitesnake. Ao final da turnê mundial, lançam outro DVD gravado no Japão , "Rising In The East".
Em 2008, o Judas Priest lançou "Nostradamus", álbum conceitual sobre o famoso profeta da idade média. Esse disco criou uma certa controvérsia entre os fãs por ser longo e "arrastado" demais devido aos diversos interlúdios e passagens orquestradas.
Ao vivo, porém, suas músicas se saíram muito bem.




Os links para todos os álbuns listados abaixo estão neste arquivo *


Rocka Rolla (1974)


Sin After Sin (Bonus Tracks)(1977)


Stained Class (Bonus Tracks)(1978)


Hell Bent For Leather (Bonus Tracks)(1979)


Unleashed In The East (Bonus Tracks)(1979)


British Steel (Bonus Tracks)(1980)


Point Of Entry (Bonus Tracks)(1981)


Screaming For Vengeance (Bonus Traks)(1982)


Defenders Of The Faith (Bonus Tracks)(1983)


Turbo (Bonus Tracks)(1986)


Priest...Live !(1987)


Ram It Down (Bonus Tracks)(1988)


Painkiller (Bonus Tracks)(1990)


'98 Live Meltdown (1998)


Angel Of Retribution (2005)


Nostradamus (2008)



quinta-feira, novembro 06, 2008

Craig Erickson


Craig Erickson faz parte da safra de bluesmen brancos que surgiram no final da década 80 e início de 90 sob influência de Stevie Ray Vaughan, fazendo o blues texano com "funkeado" característico.
O álbum de estréia de Erickson, "Roadhouse Stomp", foi lançado em 1992. No mesmo ano, colabora com Glenn Hughes no álbum "Blues" co-escrevendo quase todas as músicas e tocando guitarra no disco inteiro.
Glenn Hughes, por sua vez, participa como convidado no álbum "Shine" fazendo os vocais em "Wild Dogs" (cover de Tommy Bolin).
Craig Erickson tem 6 discos solo lançados, mas participou de inúmeros álbuns de tributos de Blues e rock, como os Tributos a Gary Moore, Albert King, SRV, Shawn Lane etc.




Force Majeure



Two Sides Of The Blues



Big Highway

quarta-feira, outubro 29, 2008

The Lizards


The Lizards é uma banda de hard rock formada nos EUA.
Alguns álbuns e história mais detalhada do The Lizards já foram postados no Boogie Woody (clique aqui) e no Seres da Noite
(clique aqui) .
Originalmente, os integrantes da banda eram Carmine Appice (bateria), John Garner (vocais), Parick Klein (guitarra) e Randy Pratt (baixo) e os 3 primeiros álbuns foram gravados com essa formação. Posteriormente, Appice e Garner deixaram o The Lizards.
"Cold Blooded Kings" é o penúltimo álbum da banda e foi lançado em 2005. O line-up nesse disco era formado por Mike DiMeo nos vocais e teclados, Patrick Klein na guitarra, Randy Pratt no baixo e Bobby Rondinelli (ex- Rainbow, Black Sabbath, Blue Öyster Cult) na bateria.
Após "Cold Blooded Kings", Mike DiMeo substituiu Jorn Lande no Masterplan e muitos acharam que isso obrigaria The Lizards a procurar outro vocalista.
Mas DiMeo conseguiu conciliar as duas agendas e, em 2008, The Lizards, com o mesmo line-up, lançou "Archeology", um álbum só de covers.



Cold Blooded Kings (2005)

1 The Opal Crest of Zed
2 Cold Blooded Kings
3 Take a Ride
4 Down
5 Rising Star
6 Hyperspace
7 Dark Matter
8 We Are Dinosaurs
9 Magic Cloud

sexta-feira, outubro 24, 2008

Timothy Pure

Timothy Pure é uma banda de rock progressivo formada nos EUA por Matt Still (vocal, teclados), Andre Neitzel (baixo), Zod (guitarra) e Chris Wallace (bateria).
Conheci o som desses caras através do Dagda, do Caverna do Som, e fiquei impressionado logo de cara.
As principais influências são Pink Floyd, Marillion e Porcupine Tree. As músicas, apesar de relativamente curtas, são bem viajantes, com um ótimo trabalho vocal, belas melodias e perfeita harmonia entre guitarra, baixo e bateria.
"Blood Of The Berry" é o primeiro álbum da banda e foi lançado em 1997.
"Island Of The Misfit Toys" é o segundo e foi lançado em 1999.
Dificílimo de se encontrar informações mais detalhadas do Timothy Pure na net.
Quem gosta de progressivo vai se amarrar!



Blood Of The Berry

1. Thieves
2. The Aberration
3. Blood Of The Berry
4. Private Hedge
5. Slide
6. The Afterglow
7. The Interim
8. Without Words
9. Ornament
10. Magdalena Hell
11. Where Mercy Ends
12. Incineration Point
13. Through The Fountain's Eye
14. When Vices Collide



Island Of The Misfit Toys

1. A Damp Preserve
2. The Fly-Man And The Snake
3. Finders Keepers
4. Hush
5. The Engine Roars
6. Tribes
7. Playground Politics
8. Mia's Game
9. Misha Superhero
10. Island Of The Misfit Toys
11. Behind The Front
12. Channels
13. Safe
14. Soil

terça-feira, outubro 21, 2008

Ryan McGarvey


O guitarrista Ryan McGarvey é ainda um garoto de 21 anos nascido em Albuquerque,New Mexico, EUA mas já vem despontando como uma das grandes revelações do blues noa últimos anos.
Em sua curta carreira, Ryan já dividiu o palco com nomes como Gov't Mule, Chris Duarte, John Hammond Jr. e Joe Bonamassa entre outros.
Ao contrário da grande maioria dos jovens guitarristas de blues que têm grande influência de SRV, Ryan tem um estilo mais rocker, mais próximo de Jimmy Page, Alvin Lee e Joe Bonamassa.
Aliás, Bonamassa me parece ser o melhor referencial para o som de Ryan McGarvey nesse seu debut, "Forward In Reverse", lançado em 2007. Nesse álbum, Ryan, além de tocar guitarra e fazer os vocais, compôs todas as músicas.



Forward In Reverse

01. Right In All The Wrong Ways
02. Joyride
03. The One That Got Away
04. Watch Yourself
05. Texas Special
06. Someone Like You
07. Second Time Around
08. Cryin' Over You
09. Mystic Dream
10. Blue Eyed Angel Blues